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Foto: Gustavo Louzada
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| A Fafi continuará somente com o teatro e a dança
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Além dos eventos tradicionais, a cidade de Vitória contou em 2005 com o resgate de manifestações culturais um tanto esquecidas. Apesar disso, em 2006 ainda não há um planejamento definido para mais novidades. A Fafi, por exemplo, continuará oferecendo somente teatro e dança, sem outras atividades.
A secretária municipal de Cultura, Maria Helena Signorelli, avaliou este ano como positivo, destacando, dentre outros pontos, a participação do município em discussões nacionais na área cultural, como a integração ao Sistema Nacional de Cultura. Antes, participou da I Conferência Intermunicipal de Cultura na Região Metropolitana. Mas foi o fator "democratização" que parece ter soado mais forte para os representantes do poder público.
A gratuidade no Festival Nacional de Teatro em Vitória foi um dos motivos para lotar os teatros todos os dias do evento, de 15 a 20 de novembro. "Nossa intenção foi movimentar esse setor, dar uma nova cara, uma energia diferente, um novo gás mesmo. Deu certo", afirmou a secretária.
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Foto: Divulgação
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| A secretária de cultura de Vitória, a economista Maria Helena Signorelli
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Em 2006, segmentos da cultura popular, especialmente ligados a Associação de Folclore de Vitória, conseguiram um convênio com a Prefeitura para o repasse de recursos financeiros, com objetivo de, por exemplo, realizar eventos, comprar acessórios, adereços, figurinos e equipamentos musicais. As bandas de congo contempladas foram Amores da Lua, Panela de Barro e Viramundo com o repasse de R$ 50 mil.
Diversos
Segundo a assessoria da Secretaria, a Lei Rubem Braga bateu recorde de número de projetos aprovados: 86 aprovados nas áreas de música, literatura, dança, história, teatro/circo/ópera, cine/foto/vídeo e artes plásticas. De acordo com o secretário executivo da Lei Rubem Braga, Leonardo Monjardim, houve também um aumento na capacidade de investimento, mesmo que os recursos continuem circulando para poucos privilegiados.
Na área musical, este ano inaugurou a Feira do Samba, na Praça do Papa, numa espécie de preparativo para o Carnaval capixaba. A programação incluiu apresentação das escolas de samba e montagem de estandes das agremiações, que divulgaram seus enredos para o próximo ano, com venda antecipada de fantasias. Também foram oferecidas oficinas e palestras.
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