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  Vitória (ES), edição de 17 de março de 2005
 

Elas em todos os ângulos


Paulo Rogério


  
Foto: Divulgação
  
Foto da mostra de Carla Falce

Segue até o dia 24 deste mês a exposição "Feminina", de Carla Falce, no Espaço Cultural Ematra. A data de abertura da exposição foi escolhida pela fotógrafa em homenagem ao Dia Internacional da Mulher - terça-feira (8). São cerca de 28 trabalhos expostos, com moças, senhoras da terceira idade, gestantes e meninas de até 16 anos de idade.

As fotos estão divididas em formatos de tela grande e muitas fileiras de três por quatro com as imagens de alguns dos mais belos trabalhos da fotógrafa - muitos deles são resultados da produção de books.

São tantos que Carla não tem nem idéia de quantas modelos ficaram registradas. "Para falar a verdade, não sei nem quantas moças e mulheres estão ali". Feminina não foi produzida, mas idealizada a partir de uma seleção de cada uma de suas fotos em retrato: milhares.

Talento no Sangue

Capixaba, Carla começou a fotografar ainda criança, quando acompanhava o pai, o fotógrafo italiano Willian Falce. "Eu aprendi fotografia vendo meu pai trabalhar. Ele não tinha a paciência de vir e ensinar, ele simplesmente entregava todo o material e mandava fazer", diz a fotógrafa, que desde pequena já auxiliava o pai nos trabalhos de laboratório, mexendo com química, ajudando a secar uma foto, entre outras tarefas.

"Depois com uns dez anos de idade, ele me deu uma máquina, sem recurso de medição da entrada de luz, nem nada, para eu acompanhar os trabalhos dele em festas de aniversário e casamentos. Ele queria que eu realmente apreendesse. Acho que meu trabalho estava dando certo, afinal de contas ele nunca reclamava mesmo".

  
Foto: Divulgação
  
Foto da mostra de Carla Falce

Carla lembra que os anos quando trabalhou ao lado do pai, aprendeu a dar valor e respeito à profissão. "Ele tinha muito respeito em trabalhar com a imagem. Marca esta de seu trabalho que perpetuou até hoje, junto com pessoas que conheciam o trabalho dele daquela época (por volta de meados dos anos 60), ou seja, eu aprendi a ter orgulho da fotografia de uma certa forma que ele também tinha este orgulho" - Willian Falce, chegou ao Brasil em 1955 e já era fotógrafo.

Formação

Carla é formada em artes plásticas na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). Aos 19 anos começou a trabalhar como profissional para uma emissora de TV na Grande Vitória. Mais tarde mudou-se para o Canadá onde estudou na Reyrson University, para especializar-se em retrato. "Nunca tive um motivo especial para terminar trabalhando com este tipo de fotografia, sempre gostei de fotografar gente".

Depois de morar por alguns anos no exterior, ela voltou para Vitória onde em 1984, abriu seu primeiro estúdio - passando a desempenhar aqui no Brasil, exatamente o mesmo que fazia na Itália, onde acumulou boa experiência. Carla passou a trabalhar com a produção de books e fotos para colunas sociais e capas de revistas da Grande Vitória - atualmente ela continua se dedicando, principalmente aos trabalhos de books.

  
Foto: Divulgação
  
Foto da mostra de Carla Falce

Falce considera que a marca do trabalho sempre foi a sensibilidade em trabalhar com gente, deixando seus e suas "modelos" sempre bem à vontade. "Sempre procuro deixar a naturalidade da pessoa transparecer à cada foto, como se ele mesmo estivesse conduzindo o meu trabalho. Todos se sentem mais à vontade desta forma e o trabalho sempre dá certo".

Programe-se!

"Feminina" - Exposição de fotografias de Carla Falce - visitação do dia 8 ao dia 24 de março - de segunda a sexta-feira (sempre das 13h às 19h) - Espaço Cultural Ematra - Av. Cleto Nunes, 85, 12º andar - Ed.Vitória Park - centro de Vitória.


Ouvindo a voz feminina
Vítor Lopes


  
Foto: Divulgação
  
A exposição fica até o dia 22 de abril

Mês de março, mês feminino. Se a data ainda persiste, as homenagens e estudos também não param. Em sua primeira exposição individual, a artista plástica Júlia Seraphim levanta suas considerações sobre a condição feminina nos homens e nas mulheres. A exposição será inaugurada nesta quarta-feira (2), no Yázigi da Praia do Canto, Vitória.

Júlia Seraphim abre o ciclo anual de exposições do Centro Cultural do Yázigi que tem como tema "O Despertar dos Mágicos". Uma série de individuais e coletivas irão marcar a linha ao longo do ano.

Com a individual batizada de "Grito da Mulher Contemporânea", a artista plástica apresenta suas visões sobre a feminilidade e sua importância em relação à construção social e humana.

"Faço minhas obras baseadas no espírito feminino e masculino que encontro nos homens e nas mulheres. Vejo, nos dois, principalmente, a maturidade feminina. Não é a maturidade da gestação, mas de reconhecer o ser como etéreo", analisa Júlia.

As sensações da condição feminina para a artista são intrínsecas desde a formação da sociedade contemporânea, baseada no machismo. "Nos meus quadros, não quero sobrepor a mulher em relação ao homem", afirma Júlia.

Para compor suas obras, Júlia Seraphim faz uso da união de massa de tinta acrílica, serigrafia e camadas de gesso. A artista plástica nasceu em Cachoeiro de Itapemirim e estuda Artes Plástica na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes).

A exposição vai até o dia 22 de abril, com visitas das 8h às 20h. A curadoria da exposição "Grito da Mulher Contemporânea" é de Joyce Brandão. O Centro Cultural Yázigi fica na rua Madeira de Freitas, 239, Praia do Canto, Vitória. Maiores informações pelo telefone 3325-2808.


Desenhos universitários
Vítor Lopes


  
Foto: Divulgação
  
Convite dos alunos da Ufes que expõem seus desenhos a partir desta quinta

A Universidade Federal do Espírito Santo continua o seu calendário de exposições artísticas nesta quinta-feira (24), com uma mostra coletiva a ser realizada na Galeria de Arte Espaço Universitário.

O nome da exposição que reúne oito artistas plásticos é "Desenho". A curadoria da exposição é realizada por Mara Perpétua e a coletiva é patrocinada pela Secretaria de Cultura da Universidade.

Expõem suas obras Rachel Ribeiro, Maxwuel Goldner, Claudia Rodrigues, Cristina Tonon, Marcelo Gandini, Silfarlem Junior, Glauco Gomes e Karyna Milke. A abertura da exposição será às 20 horas com a presença dos artistas.

A mostra fica em cartaz até o dia 31 de março, com visitas realizadas das 10 horas às 18 horas. No dia 25 de fevereiro, às 10 horas, haverá um encontro com os artistas em que os mesmos irão falar dos diferentes processos criativos.

Visitas guiadas podem ser agendadas pelo telefone (27) 3335-2371. A Galeria de Arte e Espaço Universitário fica próximo ao Cine Metrópolis, Av Fernando Ferrari, 514, Campus Universitário, Ufes.


O real e o imaginário


Paulo Rogério


  
Foto: Divulgação
  
Paisagens brasileiras são o tema da artista Leila Spitz

Enquanto uma exposição maior não vem, os apreciadores de quadros e de boa arte podem visitar a mostra das obras das pintoras e artistas plásticas Leila Spitz, Cecília Cavalcanti e Rosa Ferreira. Por enquanto, cerca de 20 quadros estão expostos no Espaço de Arte Contauto Motor Show, no Shopping Praia da Costa.

No início da noite desta terça-feira (15), novos acertos entre os organizadores do espaço e entre as três artistas estavam sendo discutidos para a abertura, efetivamente, de uma exposição com algumas que já estão no local, além de outras telas que estarão no local neste próximo mês de março.

"Pretendo colocar mais uns 20 quadros. Estamos organizando tudo para que na terceira semana de março possamos fazer uma abertura com coquetel e uma exposição mais requintada", afirma Leila e de acordo com ela, a nova exibição vai entrar em vigor no dia 15.

Mais disposta a falar sobre seu trabalho, Leila, que é formada em Música (tendo lecionado para instituições no Rio de Janeiro), despertou a paixão pelo tratamento de óleo e acrílica em telas há cerca de 28 anos. "Desde então, pelo o que o público notará com certeza, é que gosto muito de retratar paisagens, tanto fictícias como reais".

A bela paisagem de um lago em Araras (SP) é um dos exemplos - contraposto com o imaginário Vale do Sol. No final da tarde desta terça-feira, Leila Spitz entregou mais três quadros. "Um retratando flores (orquídeas) e os outros dois sendo paisagens. Um destes dois últimos é a reprodução de uma foto que me enviaram do sul Tocantins, da região de Pedra Furada, que fica bem próximo a Goiás".

Mas quando recebe outros desafios, ou quando tem outro tipo de trabalho em tela encomendado, a artista não foge da raia. "Quando tenho que fazer outro tipo de quadro ou se me pedem, como o estilo retrato, por exemplo, não há como recusar. Dia desses vendi para uma cliente um estilo retrato da Virgem Maria. Minha filha gostou muito e acabei reproduzindo uma igual para ela".

Programe-se

A mostra de obras de Leila Spitz, Cecília Cavalcanti e Rosa Ferreira estão no Espaço de Arte Contauto Motor Show do Shopping Praia da Costa, de 10h às 22h. Entrada Franca. A exposição , com muito mais quadros, está marcada para o dia 15 de março.


Exposição de Congo segue na Serra


Fabíola Zardini


  
Foto: Divulgação
  
A exposição continua na Casa de Congo

A exposição 'Congos de São Benedito', em destaque na Casa de Congo Mestre Antônio Rosa, na Serra-Sede, segue com sua programação. Os visitantes podem apreciar os trabalhos até o final do mês. No acervo, elementos da Festa de São Benedito, como a réplica e o eixo do Navio Palermo, a corda e o mastro, entre outros.

Os elementos utilizados nas apresentações das bandas de congo, como os instrumentos, estandartes e indumentárias, possuem função essencial nas festas populares ligadas a igrejas católicas, São Benedito, São Sebastião e Nossa Senhora do Rosário. O congo reúne o batuque do negro e do índio à religiosidade católica trazida pelos portugueses. Este processo acontece dentro do contexto rural, misturando o imaginário mítico-cultural desses três povos.
A mostra traz também alguns quadros de pintura a óleo do artista plástico serrano Valter Francisco de Assis, que aborda temas da Serra Antiga.

Além da exposição "Congos de São Benedito" está também a Exposição Iconográfica e Documental da Insurreição do Queimado, aberta desde 16 de novembro de 2004. A Casa do Congo funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. Os grupos podem agendar visitas monitoradas, inclusive para os fins de semana. O espaço cultural fica na Praça João Miguel, s/n, na Serra-Sede. O telefone é 3251-5870.


Cor e ação


Da Redação


  
Foto: Divulgação
  

Na sexta-feira depois do carnaval (11), começa a exposição "Luz, Cor, Ação " da artista plástica Sandra Moulin, no Espaço Cultural Ematra. O tema foi escolhido devido ao contraste entre as cores e os diversos estilos empregados, além da diversidade de movimentos nos traços dos desenhos.

Esta é a primeira exposição individual de Sandra e ela apresenta 20 telas em acrílica e óleo sobre tela. A artista encara sua arte como algo de vital importância como pessoa e como profissional, colocando a pintura como algo tão primordial como a criação de seus filhos.
Sandra é de Cachoeiro de Itapemirim, mas foi no Estado do Rio de Janeiro que passou toda a infância e adolescência. Aos 13 anos iniciou o Curso Técnico de Publicidade e Propaganda - OBERG, com ênfase em Retrato.

Na abertura, dia 11 de fevereiro - Sexta-Feira, das 18 às 20 horas, a artista estará presente no Espaço Cultural Ematra.no Centro de Vitória.


Novo olhar sobre o ES


Paulo Rogério


  
Foto: Humberto Capai
  

Segue até o dia 6 de março, no Mazenino da Praça de Alimentação do Shopping Vitória, a mostra "Olhares da Terra", trabalho dos fotógrafos profissionais da Usina de Imagens. No total, são 24 fotos em tela grande que despertam o fascínio de quem contempla o olhar que os artistas tem do Estado.

Olhares apurados e diferenciados que retoca por meio das imagens, a forma da qual nosso Estado é conhecido como um verdadeiro caldeirão, com todos os estilos, todas as tendências.

No caso de Dener Vanez, aproveitando desde meados da década passada quando o Estado começou a destacar-se nos esportes do surf, resolveu registrar os momentos de adrenalina, de quem se arrisca em manobras e saltos pelas ondas do litoral capixaba.

Jonh Davies preferiu selecionar fotos com um caráter que registram momentos quase mágicos, proporcionados pela natureza e com uma "ajudinha" das lentes dos artistas. Em uma das telas ele destaca o contraponto ressaltado do céu de Itaúnas complemente tomado por nuvens, numa das imagens paisagísticas mais impressionantes, registrada na mostra.

Presente na abertura do espaço da mostra, na noite desta quinta-feira (20) Fábio Vicentini pôde receber elogios quanto a foto de um pescador em Vitória, como se estivesse sendo iluminado pelo divino - numa fantástica composição detalhada do sol entre nuvens.

  
Foto: Dener Vianez
  
Os pescadores de Vitória também é um dos temas de Alex Krusemark, a diferença no caso fica na tomada impressionante de cima para baixo (num registro pelo angulo de "sol de meio-dia").

A imagem da Capela de Santa Luzia, em Itarana, de Edson Reis, tem o poder singular de representar dois tipos de artes. É um dos momentos quando confundimos o registro real com verdadeiras pinceladas de um mestre inspirado.

O exuberante carnaval de Vitória mereceu destaque na lente do experiente Tom Boechat, fascinado pelo registro de pessoas. "Gosto muito de fazer foto de gente, é o estilo que mais aprimorei ao longo destes anos e com o qual mais me identifico". O fotojornalista tem como respaldo, para frisar suas palavras, o segundo registro, a foto de uma menina negra com seus contornos detalhados e olhar forte como quem não se intimida com uma lente.

Nem só de imagens "viverá" o espaço da exposição no Shopping Vitória. "Estamos correndo atrás de patrocínio para gerar discussões mesas-redondas, projeções e tudo mais, por isso que definimos isto aqui como espaço, nós queremos quebrar aquela idéia de galeria fechada, de um público da elite", é o que garante o coordenador do grupo, o fotógrafo Humberto Capai. Atualmente o Usina de Imagens possui treze fotógrafos profissionais, e conta com um acervo com 50 mil fotos - o grupo é o que possui o maior banco de imagens regionais em todo o País.

Programe-se!

Espaço do Usina de Imagens. Exposição "Olhares da Terra". Até o dia 6 de março no espaço de eventos da Praça de Alimentação do Shopping Vitória, Enseada do Suá.

Para ver algumas imagens do grupo, diferentes da exposição, clic www.usinadeimagens.com.br


Variedade em Dez Daqui


Fabíola Zardini


  
Foto: Divulgação
  

Uma produção de qualidade e beleza vem encantando os visitantes da exposição 'Dez Daqui', promovida pela Associação de Ceramistas do Espírito Santo (Aces). A mostra começou na última terça-feira (18) e vai até o dia 28 de janeiro. Reúne a produção de dez artistas capixabas.

Águeda Valentim, Cida Ramaldes, Elaine Soh, Emília Pastore, Fátima Monteiro, Helena Moreira, Mariana Barroso, Marise Couto, Tiemi Daiten e Vergínia Maioli são os artistas produtores das peças. Eles trouxeram para o espaço seus trabalhos baseados em diferentes técnicas de construção de acabamento e cor, com esmaltação, engobe, patchwork, vazado e mosaico.

O resultado é uma variedade de peças e objetos, que vão de utilitários domésticos a obras de arte. As obras estão à disposição dos visitantes para vendas ou encomendas. Do meio-dia às 18h, no Espaço Cultural do Tribunal de Justiça, na Enseada do Suá.


Quarentona com corpinho de 20


Fabíola Zardini


  
Foto: Apoena
  

Ela é quem representa melhor todas as épocas, já que desde sua criação, há cerca de quarenta anos, a boneca Barbie sofreu todas as mudanças das gerações e hoje ainda faz a cabeça das meninas. Em seu mundo perfeito e cor-de-rosa, ela é a peça principal da exposição 'Barbie no Estilo Praia da Costa', promovida por profissionais de moda.

A mostra acontece até o dia 6 de fevereiro no Shopping Praia da Costa e ao todo, estão expostas 44 bonecas produzidas por lojistas, alunos de moda da UVV e pelo produtor Pietro di Marco.

  
Foto: Apoena
  
A produção de todas essas bonecas foi aprovada pela Mattel, fabricante do brinquedo, e passeia pelos mais diversos estilos. Desde a Barbie Fashion, a Noiva, a Festa, a Fada até a Barbie Verão. As produções são exclusivas para essa exposição.

A Barbie é e sempre foi um sucesso absoluto de vendas e acompanhou as tendências da moda em todas as décadas. Por ela ser rica, bonita, inteligente e andar sempre na moda, as crianças e as adolescentes viajam através de um mundo de encanto e magia durante as brincadeiras.

A exposição acontece até o dia 6 de fevereiro, no Shopping Praia da Costa, Vila Velha.


Congo em exposição


Vítor Lopes


  
Foto: Divulgação
  

No início de dezembro, as diversas bandas de congo do município da Serra, Grande Vitória, se reuniram para festejar São Benedito. Os festejos religiosos ainda não terminaram - falta a cerimônia de retirada de mastro - e a comunidade do município se volta para conhecer mais a manifestação folclórica por meio de uma exposição na Casa de Congo Mestre Rosa.

A casa foi inaugurada no dia 26 de agosto de 2000 e reúne em seu interior uma infinidade de artigos e textos a respeito da manifestação popular capixaba mais conhecida.

O local tem acervo permanente e caráter didático-pedagógico. Diversas escolas do município se deslocam para a Casa de Congo que fica na Praça João Miguel com intuito de apresentar a tradição aos seus alunos. O prédio tem estilo colonial e foi construído no final do século XIX.

No local, o visitante pode conferir inúmeros objetos que fizeram parte das bandas de congo da Serra. Estão lá diversos instrumentos musicais como casacas e tambores usados pelas bandas.

  
Foto: Divulgação
  
Roupas e outros vestuários dos mestres das bandas de congo e demais componentes também estão em exposição. Bem como inúmeras fotos, objetos típicos, CDs e pesquisas acadêmicas.

O acervo da Casa de Congo Mestre Rosa procura divulgar o Ciclo Folclórico-Religioso de São Benedito na Serra e também fortalecer as identidades das bandas de congo do município.

A mostra Elementos do Congo de São Benedito fica aberta de segunda a sexta-feira até o dia 6 de fevereiro. A Casa de Congo Mestre Rosa fica em Serra-Sede. Maiores informações pelo telefone 3251-5870. As visitas ocorrem das 8h às 18h.