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Foto: Divulgação
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| Cena do filme "A História de Rentaro Taki"
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O público capixaba poderá conferir mais de perto produções artísticas baseadas na cultura japonesa, de sexta-feira (18) até o dia 26. Filmes, exposições, palestras e atividades esportivas estão na programação. Destaque para os longas que serão exibidos no Cine Metrópolis, na Ufes.
As atividades também serão distribuídas na Assembléia Legislativa e no Teatro do Sesi, em Jardim da Penha. A semana é organizada pela Associação Nikkei do Espírito Santo, com apoio do consulado geral do Japão no Brasil.
Confira a programação de exposições - Assembléia Legislativa, Av Américo Buaiz, Vitória.
Dia 22
19h: Concecito de Vida e Morte na Visão dos Japoneses, com Soho Machida
Dia 24
19h30: Técnicas básicas do Bonsai, com Masayuki Kawada.
Confira a programação de exposições - Assembléia Legislativa, Av Américo Buaiz, Vitória.
De 22 a 26 (quimonos e pôsteres de manga)
Dias 22 e 23 (arranjos florais)
De 24 a 26 (bonsai)
Confira a programação de cinema - Cine Metrópolis, Ufes. Ingressos entre R$4 e R$3 (meia). Legendas em português
Sexta-feira (18), às 17h e 19 horas
A História de Rentaro Taki, de Shinichiro Sawai (Bloom in The Moon Light, 1995, 120 minutos)
Em 1895, o jovem Rentaro Taki ingressa na Academia Nacional de Música do Japão e conhece Yuki, uma garota pela qual se apaixona. Logo a seguir, contudo, ele contrai tuberculose e vê-se obrigado a voltar para casa, renunciando temporariamente à sua formação musical e aos seus sentimentos, enquanto seus colegas alcançam fama e fortuna. Quando seu quadro clínico melhora, ele vai estudar na Alemanha, onde tem a oportunidade de reencontrar Yuki e, enfim, expressar o que sente por ela. Contudo, ele tem uma recaída e deve voltar para casa renunciando mais uma vez ao seu futuro. Sem outra alternativa, Rentaro reorna à escola da aldeia e compõe uma peça para Yuki.
Sábado (19)
Harakiri, de Kobayashi Masaki (Seppuku, 1962, 135 minutos)
A paz no século 17, no Japão, causa uma dissolução dos clãs guerreiros do Shogunato, desempregando milhares de samurais e levando-os à pobreza. Um honorável final para igual destino no código samurai seria o ritual de suicídio, harakiri.. Um velho guerreiro, Hanshiro Tsugumo (Nakadai) pede permissão na casa de um senhor feudal para realizar este ritual. Através de flashbacks, o samurai conta a história trágica de seu genro.
Domingo (20)
Meus Filhos, de Yohji Yamada, (Musuku, 1991, 121 minutos)
Tetsuo é um jovem que mora sozinho em Tokyo. Um dia, após o trabalho, ele recebe um telefonema de seu pai que o chama para retornar a sua casa para o aniversário de um ano de morte de sua mãe. Após a cerimônia, todos retornam a Tokyo exceto Tetsuo, que fica para fazer companhia a ele. Nessa oportunidade, ele revela o ciúme que sempre teve em relação a seus irmãos. Eles tiveram a oportunidade de freqüentar ensino superior e obter bons empregos, enquanto Tetsuo estudara somente até o 1º grau e está atualmente trabalhando em serviços braçais, mal pagos.
Segunda-feira (21)
Rio Sem Ponte, de Higashi Yoichi (Hasi No Nai Kawa, 1992, 109 minutos)
Foi escolhido pelo público leitor da revista Kinema Jumpô como um dos melhores filmes de 1992. Aqui, Yoichi Higashi, nascido em 1934, um dos mais importantes diretores japoneses da atualidade, toca na intrigante discriminação que os japoneses tecem contra os eta ou burakumin (classe social inferiorizada durante o período feudal). Refilmagem da obra anteriormente dirigida por Tadashi Imai, em 1969. Diferente da versão de Imai, que retratou o burakumin como objetivo de compaixão, Higashi utiliza documentários como pano de fundo e enfatiza a igualdade dos personagens em relação aos seus semelhantes japoneses. Yoichi Higashi nasceu em 1934 e se formou em literatura, pela Universidade Waseda, com uma tese sobre D. H. Lawrence. De sua filmografia, a Fundação Japão exibiu O Garoto do Beisebol (Saado, 1978), na mostra "Novo Cinema Japonês", em 1987.
Terça-feira (22)
Uma Breve Mensagem do Coração, Sawai Shin'ichiro (Nihon Ichi Mojikal Hana e No Tegami, 1995, 112 minutos)
Hiroshi, um estudante de Tóquio, encontra uma mensagem escrita por sua irmã, Maki, destinada à mãe que os havia abandonado há 18 anos. Sem consultar a irmã, inscreve a mensagem em um concurso de uma cidade do interior e é premiado. Motivado pela mensagem, e após a morte de seu pai, que nunca falou sobre o divórcio, Hiroshi parte em busca de sua mãe.
Quarta-feira (23)
Ah! Primavera, de Shinji Somai (Ah! Haru, 1998, 100 minutos)
Nesta comédia urbana, um bem-sucedido pai de família e executivo, Hiroshi, reecontra seu pai, que ele pensava estar morto há muitos anos. O pai, Sasaichi, é um bêbado e vagabundo, que só cria problemas para Hiroshi e sua família, mas que, apesar disso, consegue cativá-los aos poucos. Quando é acometido por uma doença fatal, a família e principalmente Hiroshi percebem o quanto aprenderam com aquele homem.
Quinta-feira (24)
Escola IV - 15 anos, de Yoji Yamada (2000, 115 minutos)
Conto sobre um garoto de 15 anos (de classe média, e um tanto revoltado com o pai) que larga a escola para fazer uma viagem de carona por cidades japonesas
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