O programa de segunda não foi propriamente de segunda pejorativamente. Até que estava bom em qualidade. Mas teve lá seus piores momentos. Porque estamos falando dele? Eis que chamou a atenção já que quem aparecia muito era o atual governador. E governador é governador. A gente estava querendo ver quem poderia aparecer e quem seria desprezado.
Fora ele, o governador, apareceram poucos políticos, porque ele não é bobo nem nada. Só tem de ser ele. Aliás, a Gazeta comentou que na edição nacional do programa do PMDB, o governador não apareceu. É porque estava guardando a edição estadual somente para ele e para quem ele quer lançar politicamente no seu lugar, pois afinal ele é um homem de palavra - coisa que Lula não é - e não vai se lançar a reeleição, não é?
Pelo que se viu no programa de segunda, políticos que apareceram foram Rita Camata, Guerino Zanon e o fiel escudeiro, amigo e companheiro Lelo Coimbra. Será? Não contamos a aparecimento de Marcelino Fraga, já que esse...bem, deixa pra lá.
E mais outros dois personagens, o empresário, que foram escolher nas montanhas e produtor rural. Não foram figurantes. Foram determinantes no roteiro. Apareceram várias vezes. E nessa hora, ficou fazendo falta o Ricardo Ferraço, o secretário mais atuante do governo, mas que é de outro partido.
Teve uma momento lá que o PH falou das "sandálias da humildade" que antes de ser tema do Pânico, já era um dos termos mais usados pelo Elcio Alvarez. Lembrou muito o ex-governador. A Rita, por sua vez, lembrou a época de seu marido no rádio, no programa policial Ronda da Cidade, quando falou um termo eminentemente policial "'positivo e operante". Engraçado.
Com uma atuação convincente, o governador apareceu bem, como imagem e como recado, no que parecia falar de "improviso" e de modo simpático. Eis uma qualidade dele. Convencer. Mas o programa teve lá umas inconveniências, tipo, fundo chato, murrinha, e as imagens apelativas de crianças, povo. Mas Fernando Kunsk está ali e vai ver isso.
Novas determinações vêm aí com a reforma política, principalmente no programa de radio e TV. Pois é preciso ser mais ágio e determinante e parar com esse negócio de mostrar político abraçando o povo e música que combina com imagem. Depois do mensalão está todo mundo vacinado para essas bobagens cansativas. O político que ir nessa, vai perder.
PARABÓLICAS
Para ficar claro que reconhecemos erros, a programação da Rádio Sim do feriado passado, gravada, anunciava toda hora que era "fim-de-semana". Será consertado imediatamente.
Entre outras coisas o Vital serve para aumentar a venda de discos da Ivete e do Chiclete. É um verdadeiro divulgador. As vendas de CD's deles aumentam sempre depois do Vital.
Terra Brasilis é o nome do bom programa apresentado pela Universitária FM. Música brasileira de primeira qualidade. A rádio vai de vento em popa com o menino Saul a frente.
Agora o site do jornal ESHoje tem mais um cronista. Quem vai integrar a lista de bons escritores do jornal é o multimídia Didimo Effgen. Mais uma de Carlinhos Fofoca.
MENSAGEM FINAL
Não é justo prender os menores infratores numa sociedade de ladrões!
Lia Junqueira
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