Desde que surgiram no Brasil, os motores bi-combustível vêm sendo utilizados como trunfos na venda de veículos. E a Fiat é uma das que mais investem nesta tecnologia. A marca utiliza os propulsores, desde agosto, em todos os seus modelos pequenos, como o Mille e o Pálio. Agora, com o aumento contínuo da procura pelos flexíveis, a marca expande seus investimentos para outras categorias. E o Stilo, conhecido por seu apelo esportivo, também aderiu à tendência.
O motor escolhido não poderia ser outro. A Fiat usou o bloco 1.8 litros de duas válvulas por cilindro, que já equipa a minivan Idea e é uma evolução do utilizado na família Palio. Com as novas configurações, o motor subiu a potência de 103 cv para 112 cv com gasolina e de 110 cv para 114 cv rodando com álcool. As versões superiores, como a Schumacher e a Abarth continuam com o motor de costume.
O consumo médio também está bem atrativo. O novo Stilo faz 12 km/l na cidade e 16,3 km/l, abastecido com gasolina. Já com abastecimento de álcool, o modelo faz 8,2 km/l na cidade e 11,2 km/l na estrada. Neste caso o consumo é 30% maior do que com gasolina. Por isso, é necessário ficar de olho para só rodar com álcool quando seu preço estiver abaixo de 70% do valor da gasolina.
Além disso, nada mais mudou. Apenas é possível diferenciar o novo modelo devido ao adesivo Flex, colocado atrás do automóvel. Nem mesmo a parte mecânica foi mexida. Mas, segundo a Fiat, apenas a nova opção de motor será suficiente para alavancar as vendas. A expectativa é de que o novo oito cilindros represente 80% das vendas do Stilo.
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