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Foto: Divulgação
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Começa nesta terça-feira (01) a II Mostra Guaananira de Teatro, a acontecer no Teatro Edith Bulhões, antigo Scav. O evento tem como objetivo apresentar ao público local a produção teatral existente na Grande Vitória.
Ao todo, nove peças profissionais e duas em fase de produção será encenadas ao público. Além disso, duas oficinas teatrais serão ministradas, uma abordando a Técnica do Clown e a outra sobre a História do Teatro.
O evento vai até o dia 11 de agosto. O ingresso é um pacote de fralda descartável. Mais informações pelo telefone 3222-0430 ou 9951-9601.
Saiba mais!
Caso Herzog (dia primeiro de agosto), às 20 horas.
A peça é baseada no texto "Patética", de João Ribeiro Chaves Neto e foi escrita no ano de 1976. A montagem se constitui num documento a partir do assassinato do jornalista Wladimir Herzog.
Vitor ou Vitrola (dia 02 de agosto), às 20 horas.
A peça tem como tema central a construção da sensibilidade. É um espetáculo que mistura, musica, circo e poesia. A montagem teve sua estréia em 1988. Os atores mostram a relação do homem diante dos avanços da tecnologia.
Godot (dia 03 de agosto), às 20 horas.
A peça é baseada no texto "Esperando Godot", de Samuel Beckett e é encenada pela Cia de Teatro Urgente. "Dois andarilhos, Estargon e Vladimir, encontram-se numa estrada deserta, à beira de uma árvore e ficam esperando um personagem que poderá resolver o grande dilema de suas vidas. Enquanto o aguardado não chega o dilema se instaura".
Clowns, situações inusitadas (dia 04 de agosto), às 20 horas.
A peça retrata de forma alegre e descontraída cenas que fogem do comum. E tudo começa quando uma determinada personagem esquece a mala no ponto de ônibus. A partir daí se desenrola todas as outras histórias do imaginário clownesco.
O Juiz de Paz na Roça (dia 08 de agosto), ás 20 horas
A peça é uma sátira aos costumes rurais do século 19. Revela hábitos curiosos mostrando as falas simples e a extrema candura que delimita os que vivem na roça.
Navalha na carne (dia 11 de agosto), às 20 horas
A peça, de Plínio Marcos, tem a direção de Renato Saudino. O autor trabalha a recriação de um mundo "a partir das relações entre três mundos diferentes que se tocam pela solidão".
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