Esporte por Esporte - Esportes Radicais




Renato Paoliello
Foto: Arquivo Pessoal




Os esportes radicais podem ser considerados como aqueles que oferecem mais riscos do que os esportes em geral, tornando-os assim mais emocionantes aos praticantes ou os que exigem um maior esforço físico ou maior controle emocional. São paradas duras, ou melhor, duríssimas. Nestas modalidades os atletas vivem situações extremas de limite físico ou psicológico, muitas vezes correndo risco de vida. O modismo impulsionou a cultura de que o mais difícil é o mais gostoso.

A procura por aventura e a fuga da monotonia do dia a dia de uma cidade grande seja o principal motivo que favorece o crescimento destas modalidades que consomem boa dose de adrenalina. O esporte em geral é um grande escape para o stress urbano, geralmente originado por excesso de trabalho, má alimentação, violência, trânsito, etc.

No Espírito Santo, privilegiado pelas belezas naturais, o esporte radical tem representantes no pára-quedismo, mergulho, motociclismo, ciclismo, automobilismo, alpinismo, montanhismo e nas longas caminhadas, como o trekking. O numero de atletas nestas modalidades cresce a cada dia. Barro, poeira, sol forte, chuva e todo tipo de adversidade fazem parte da rotina dos modernos Indiana Jones.

Cada atividade tem uma estória específica, alguns, como a escalada, existem, há muito tempo, tendo sua origem desconhecida. No caso do trekking, a palavra trek tem sua origem na língua africâner, da África do Sul. Passou a ser amplamente empregada no início do século XIX, pelos vortrekkers, primeiros trabalhadores holandeses que colonizaram a África do Sul. O verbo trekken significava migrar e carregava uma conotação de sofrimento e resistência física, numa época em que a única forma de se locomover de um ponto a outro era caminhando. Quando os britânicos invadiram a região e estabeleceram seu domínio político na África, a palavra foi absorvida pela língua inglesa e passou a designar as longas e difíceis caminhadas realizadas pelos exploradores em direção ao interior do continente, especialmente na busca de novos conhecimentos, como a nascente do rio Nilo e as neves do monte Kilimanjaro.

Como qualquer atividade física, é necessário somente que se comece aos poucos, respeitando-se os limites de cada um. Observando estas recomendações, qualquer pessoa pode praticar. Tem se conhecimento de um senhor de sessenta anos que subiu o Everest recentemente. Basta vencer o medo e seguir em frente, seja qual for o obstáculo.

Em alguns casos, como o pára-quedismo, vôo-livre, mergulho e outros, é essencial fazer um bom curso. Mas é a experiência que prevalece. Assim, os esportes radicais vêm crescendo e formando uma nova geração de atletas saudáveis e corajosos.

Êpa, já estava esquecendo, vou com o meu filho pegar uma ondas, afinal, ninguém é de ferro.

Futebol Capixaba

Os times capixabas estrearam na Série C do Campeonato Brasileiro sem vitória. O Estrela do Norte,perdeu para o Ipatinga por um a zero. O Vitória foi ao Rio de Janeiro e conseguiu um empate em um a um com o América, em pleno Giulitte Coutinho.

Assim, em passos bem lentos, caminha o futebol do Espírito Santo.

Fantástico

O sueco Johan Edfors fez uma volta fantástica no último dia e venceu o The Barclays Scottish Open, torneio do European Tour que aconteceu no Loch Lomond Golf Club, Escócia, com distribuição de 2,4 milhões de euros.
Ele completou a última volta, logo pela manhã, com 63 tacadas. Ficou com 13 abaixo do par em um total de 271 golpes.

Milionário

Desde a abertura do mercado de trocas e contratações da NBA na semana passada, Chicago Bulls e New Orleans-Oklahoma Hornets foram os times que mais se movimentaram para tentar melhorar seus elencos.

Os Bulls chegaram a um acordo com o ala Adrian Griffin, especialista em defesa de perímetro ex-Dallas Mavericks. Mas este é um reforço modesto, se comparado com o primeiro com o pivô Ben Wallace do Detroit Pistons.
Na tentativa de dar um passo adiante nos playoffs, os Bulls , a franquia, eliminada na primeira rodada dos mata-matas nos últimos dois anos, pagaram cerca de US$ 60 milhões por quatro anos de contrato com o veterano, que era a âncora da forte defesa dos campeões da liga em 2004.

Fairplay

Só o talento não basta, é preciso ser consciente e honesto ( Professor Aranha)

Trocatroca com a coluna: rmpaoliello@uol.com.br