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Estagiários
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José Roberto Mignone
Uma vez apareceu no começo da Tribuna FM um estagiário, deficiente físico, vindo do Cefetes. Ele causou a maior confusão ao dizer que a torre, fincada ao pátio de trás, estava torta. Na verdade, era ele o torto, pois usava muletas. Começamos contando isso, pois o estagiário, quando não dá para o trabalho proposto, não adianta insistir.
Mas na realidade, hoje se pode fazer uma rádio estritamente com estagiários, desde que bem escolhidos. Coloca-se um ou dois profissionais experientes, daqueles que fazem e entendem tudo de rádio e junto a eles, os estagiários nos mais diversos setores. Se bem que a maioria faz jornalismo e vem com este propósito.
Mas dá para pegar os que fazem Rádio&TV e distribuí-los na edição, operação, locução, Opec e programação. E isso é a obrigação que os veículos têm parar com os diversos estagiários, já que é aí que eles vão aprender. Na faculdade não têm essas condições e nunca terão. Lá, só teoria e teoria não combina com comunicação prática. Mas acima de tudo é necessário que os veículos tenham a consciência de ter coragem para utilizar e confiar nos estagiários.
Vimos estagiários trabalhando como verdadeiros profissionais. Ou melhor, trabalharam no lugar dos profissionais. Fernando Carreiro concatenou um jornal falado de meia hora, ao vivo, todos os dias. Produzia e apresentava, juntamente com outra estagiária, Alexandra Vianna, hoje destaque da CBN. Leonardo Gonçalves, Leozinho para os amigos, "carrega" a RedeSimSat sozinho nas transmissões esportivas. Quer maior responsabilidade? Conheço muitos, mas muitos profissionais que não fazem a metade.
Portanto, hoje, gosto de trabalhar com os estagiários no lugar dos colegas profissionais, até porque a maioria não desenvolveu a mente no sentido de apoiar e ensinar os que chegam, com aquele manjado medo de perder seu lugar. Uma bobagem grande, já que todos nós já perdemos perante a nova safra de especialistas em soft's que se amarram em música. Eles não são o futuro do rádio não. Eles já estão por aí, rondando...
PARABÓLICAS
Existem repórteres que não dão para apresentação de telejornais e vice-versa. Não adianta insistir. Fica ridículo e não se fala mais nisso.
Fazendo o seu TCC sobre a RedeSim, Léo Gonçalves cursando o sétimo período de Rádio & TV na Faesa. Filho de peixe, peixinho...Viva Chico Gonçalves.
Com o desaparecimento de Bussunda, talvez Agamenon pare de escrever da Copa. Era um deles. Talvez ele.
Wagner Ito imputando a nós e a Antario Filho o que sabe sobre rádio. Mas é bom que se saiba que a Tropical, sim, era a verdadeira escola. Não é mais.
A TV Gazeta está "á pé " de apresentadores.
ACESSE: www.jrmignone.blogspot.com - um atualizado site JRM
MENSAGEM FINAL
Onde há inveja, não há amizade. Luiz Vaz de Camões
e-mails: jrmignone@hotmail.com
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