Acabando com a idéia de que as stations-wagon devem ser cada vez menores, a Citroën lança a C5 Break. O design traz traços leves, que deixam o carro com um estilo atraente, porém pouco agressivo. Por dentro, a principal versão. Aboliu alguns detalhes de requinte no acabamento. As diferenças são irrelevantes quanto à grafia dos instrumentos de bordo. O conforto interno é de primeiríssima classe, com bancos bem acolchoados. O sistema de alarmes também é excelente, e previne disparos desnecessários em aproximações.
O nível de ruído interno é bem cuidado e, também por isso, o sistema é perfeito. O modelo oferece propulsor 2.0i 16V, 143 CV a 6.000 rpm, com comando de válvulas variável e torque máximo de 20,4 kgfm a 4.000 rpm.
A velocidade máxima é de 205 km/h, acelera de 0 a 100km em 10.1 segundos. O câmbio é um automático AL4, com quatro marchas e bem suave. Quanto à suspensão, acaba com a sua preocupação com os quebra-molas. O sistema Hydractive 3 mantém o carro alto e com boa aderência ao solo.
Ela é do tipo hidráulico e se compõe de um berço fixado em quatro pontos à estrutura por intermédio de ligações elásticas. Os calços traseiros de fixação dos triângulos passaram por reformulações, que dão a idéia de estar se dirigindo em uma estrada. O eixo traseiro é constituído de uma viga de braços estirados em ferro fundido, de uma barra estabilizadora e de quatro calços com bastante flexibilidade.
Os ocupantes do veículo contam com a proteção de 7 air-bags, um deles específico na proteção dos joelhos, e cintos de segurança com pré-tensionadores. A capacidade para 563 litros de bagagem é mais um destaque. A altura máxima debaixo do teto é de 913 mm e de 481 mm debaixo do compartimento de bagagem traseiro. Ou seja, uma station perfeita.
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