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Foto: Divulgação
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| Roy e um pedaço da sua banda
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O Tim Festival tomou conta do Teatro Universitário, Ufes, durante os dias 27, 28 e 29 de outubro. Vamos aos melhores (+) e piores momentos (-).
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A histórica apresentação de Herbie Hancock, passando por importantes momentos da sua carreira.
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O prefeito João Coser dormindo durante o show de Herbie Hancock.
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O péssimo som durante o show da Orquestra Imperial.
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O péssimo som durante o show do Yamandu Costa.
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Herbie autografando pedaços de papel (valia ingresso, folha de caderno, guardanapo...) no final de sua apresentação. Isso não rolou nem no Rio e nem em São Paulo.
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A bizarra numeração das poltronas do Teatro que dificultava a localização dos assentos.
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A intervenção publicitária que a Tim promoveu para divulgar o evento pela cidade.
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A pipoca de graça antes, durante e após o espetáculo.
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Foto: Divulgação
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| Bebel Gilberto numa das inúmeras vezes em que quase beijou o chão
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A cerveja cara e quente e o croissant sem recheio.
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Rodrigo Amarante improvisando, errando letra, inseguro, deslocado e com problemas na guitarra durante o show do Devendra Banhart.
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A animação incontrolável que Amadou & Marian provocaram no público. O bis, que não rolou no Rio, em Vitória levantou a platéia das cadeiras.
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Rodrigo Amarante recusando gole de vinho no palco do Devendra, mesmo incentivado pelo público.
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A confusão sonora que se tornou o show do mesmo Herbie Hancock. Rolou de tudo, até
fusion. Alguns saíram no meio da apresentação.
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Amadou & Marian ao lado de Yamandu Costa (mesmo com som ruim) foram suficientes para salvar o Festival. Os melhores shows de todo o evento.
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A intimista e contagiante apresentação de Roy Hargrove.O trompetista não foi estrela, deixou todo mundo fazer o que quisesse no palco.
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Yamandu Costa conversando com quem quisesse no hall de entrada do Teatro.
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O baterista de Roy Hargrove que perdeu uma das baquetas durante um solo, mas mesmo assim continuou a destruir na bateria.
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O pessoal do Clube do Jazz no banheiro do Teatro fazendo previsões sobre o show de Herbie Hancock. "Ele vem com muita eletrônica. Acho que não vai ser bom", disse um. E veio.
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Os entre-músicas do show do Devendra Banhart. O cara é apaixonado por... Caetano Veloso, Caetano Veloso, Caetano Veloso... Na mesma noite em que Caetano apresentava o show do "Cê" no Tim do Rio, Devendra surpreendia tocando trechos de
De noite na cama,
You don't know me e
Sozinho.
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Devendra iniciando
Acabou Chorare, dos Novos Baianos.
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O público lotou todos os dias do Tim Festival em Vitória. Total de 1.900 pessoas.
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O animado show da Orquestra Imperial. Os músicos são de primeira e a vocalista Nina Becker incorrigível.
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Pouca gente entendeu, mas Devendra dedicou o show ao maestro brasileiro tropicalista Rogério Duprat, que tinha falecido naquela semana.
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O português, espanhol e inglês que Devendra misturava na conversa com o público.
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O histórico (mesmo!) show do Yamandu Costa! Como disse um amigo, ver aquelas composições inéditas da resignificação da música gaúcha foi como presenciar o nascimento dos afro-sambas de Baden Powell.
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Foto: Divulgação
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| Yamandu lixando a unha
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O jovem Felipe (de que?) que subiu ao palco no show do Devendra e mandou uma música própria. Mesmo desafinado e sozinho, levantou o público.
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Yamandu Costa lixando as unhas antes de tocar uma música.
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A composição
Ana Terra, de Yamandu Costa. A mais aplaudida de todo o Festival. Alguém aí gravou? Uma mp3, por favor...
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A imprensa televisiva capixaba tratando o evento como Festival Internacional de Jazz, com receio de divulgar o nome da empresa de celular.
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A organização da produção que começou tudo rigorosamente em ponto. No primeiro dia, os desavisados e incrédulos começaram a chegar com quase uma hora de atraso.
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Bebel Gilbeto tri-bêbada no show da Orquestra Imperial.
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Bebel Gilbeto tri-bêbada no show da Orquestra Imperial.
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(Poderíamos fazer uma coluna enoooorme só com os momentos Bebel Gilberto
Way of Concert)
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Foto: Divulgação
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| O atencioso Herbie Hancock
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Ao time de primeira da orquestra Imperial. Ninguém é tão estrela. Tanto que Nelson Jacobina ficou quietinho lá no fundo tocando sua guitarra ao lado do também quietinho baixista Kassin.
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Marian fazendo carinho na cabeça de Amadou enquanto cantava a música
Je pense a toi.
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Todos os bateristas, em especial à magnífica Terri Lyne Carrington, da banda de Herbie Hancock. Ela já tocou ao lado de nomes como Joni Mitchell, Stevie Wonder, Dizzy Gillespie, Oscar Peterson e Joe Williams.
E-mails para o colunista: vitorlop@yahoo.com.br
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