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Foto: Vitor Lopes
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O Caderno Atrações preparou um rápido guia com o que de melhor será exibido nos cinco dias de Mostra Competitiva do 13º Vitória Cine Vídeo. Durante a semana, quem quiser relembrar quais são as dicas do Caderno, é só acessar o link Guia do VCV na página principal do Caderno Atrações.
DESTAQUES VÍDEOS - Cine Metrópolis, às 12 horas - Entrada franca
Histórias de Esquina, documentário de Felipe Diniz (RS)
Segunda-feira (13)
Porque ver:
Pela obra de Felipe Diniz há quase um esquecimento da mediação do vídeo e de seus equipamentos, o que faz do documentário uma realização de extrema transparência.
Grinalda, ficção de Erly Viera Jr. (ES)
Segunda-feira (13)
Porque ver:
Divertida brincadeira no gênero documentário falso. Atriz genial.
Negro e Argentino, documentário de Patricio Salgado (SP)
Terça-feira (14)
Porque ver:
Inusitada relação entre preconceito e estrutura familiar. Em alguns momentos, o documentário possui uma graça natural.
Tapa na Pantera, documentário de Esmir Filho, Mariana Bastos, Rafael (SP)
Quarta-feira (15)
Porque ver:
Genial. Trabalho conhecidíssimo no You Tube. O mais interessante é que a atriz Maria Lúcia Vergueiro é tão genial que nem mesmo a afirmação inicial dizendo se tratar de uma obra de ficção faz com que o espectador acredite que não esteja diante de um documentário.
MAIA, documentário de Gui Castor e Orlando Lemos
Quarta-feira (15)
Porque ver:
Uma felicidade genuína proveniente de um jogo pouco conhecido. Simples e direto.
Estertor, ficção de Davi Moori, Diogo Dias de Andrade e Victor Reis (SP)
Quinta-feira (16)
Porque ver:
Ficção na linha documentário falso. Impressionantes interpretações. Observações surpreendentes e detalhadas do cotidiano.
Anuncie Aqui, documentário (MG)
Quinta-feira (16)
Porque ver:
Trabalho de intervenção social a partir de conhecimentos de semântica e lingüística. Instigante e raro.
Unheimlich, vídeo arte de Ilan Waisberg (MG)
Sexta-feira (17)
Porque ver:
Baseado no texto homônimo de Freud, sobre a familiaridade do estranho. Trabalha com a idéia de que as imagens oníricas não têm bordas visuais.
A Outra Filha de Franscisco, ficção de Eduardo Mattos e Daniel Ribeiro (SP)
Sexta-feira (17)
Porque ver:
Irreverência pura. Deboche aberto. Uma brincadeira com o blockbuster brasileiro. Para descontrair.
O Roteiro, ficção de Tomas Creus (RS)
Sexta-feira (17)
Porque ver:
Atuações boas. Em vídeo, já é o suficiente para gerar curiosidade.
DESTAQUES ANIMAÇÃO - Teatro Glória, às 19 horas - Entrada franca
Santa de Casa, de Allan Sieber (RJ)
Segunda-feira (13)
Baseado em um conto de Aldir Blanc. Depois de uma gravidez difícil, Oséias faz a promessa de colocar sua filha para desfilar vestida de santa por três anos em um bloco de carnaval. Logo a menina ganha fama de milagreira.
Aquele Cara, de Rafael Coutinho (SP)
Segunda-feira (13)
Nas ruas de uma cidade todas as pessoas têm um grande dedo polegar no lugar da cabeça...
Yansan, de Carlos Eduardo Nogueira (SP)
Quarta-feira (15)
"Yansan, a orixá dos ventos e tempestades, e suas aventuras amorosas com Ogum e Xangô. O poder do mito Iorubá insolitamente contextualizado num Japão futurista.
Marionetes, de Wesley Rodrigues (GO)
Quinta-feira (16)
Um senhor apresentava seu show de marionetes em uma cidadezinha distante, até que um de seus bonecos decide fazer o seu próprio show.
EngoleDuasErvilhas, de Marão, Stoliar, Monnerat, Perdido, Thomas, Iuá e Rosaria (RJ)
Quinta-feira (16)
O desagradável, o ofensivo e o humilhante. Símios, jantares e urros.
Biodiversidade, de Juliano Dornelles e Daniel Bandeira (PE)
Quinta-feira (16)
Estrada serve de palco para fusão biológica.
Baletéia e a Boneca Misteriosa, dos Alunos do Núcleo de Artes Alencastro (RJ)
Quinta-feira (16)
Menina adotada encontra uma boneca misteriosa no porão de sua casa. O final é surpreendente.
DESTAQUES CURTAS - Teatro Glória, às 19 horas - Entrada franca
Balada das Duas Mocinhas de Botafogo, ficção de João Caetano Feyer e Fernando Valle (RJ)
Segunda-feira (13)
Duas irmãs buscam no sexo e na noite do Rio de Janeiro uma resposta para escapar do vazio de suas vidas. Baseado no poema de Vinícius de Moraes.
Rap O Canto da Ceilândia, documentário de Adirley Queirós (DF)
Terça-feira (14)
Diálogo com quatro representantes do rap nacional, todos nascidos na Ceilândia.
Manual Para Atropelar Cachorro, ficção de Rafael Primo (SP)
Terça-feira (14)
O mundo visto por uma mente doente, enlouquecida em uma cidade grande qualquer.
À Espera da Morte, ficção de André Luís da Cunha (DF)
Terça-feira (14)
Em plena guerra fria, o submarino russo Krushev, sob o comando do "linha dura" coronel Shuscocov, viaja incógnito pelos oceanos. Uma explosão na sala do reator faz o submarino ir ao fundo.
Viva o Terceiro Mundo, ficção de Rene Brasil (SP)
Quarta-feira (15)
Um repórter policial de um jornal de São Paulo sai na madrugada para cobrir um assassinato na periferia.
De Glauber para Jirges, ficção de André Ristum (SP)
Quarta-feira (15)
Através de trechos de cartas enviadas por Glauber Rocha ao seu amigo e colaborador Jirges Ristum, na metade dos efervescentes anos 70, descobrimos um pouco da relação de Glauber com a Itália e com o cinema, bem como sua perspectiva sobre as condições sócio-político-culturais brasileiras naquela época.
Terra Prometida, ficção de Guilherme Castro (RS)
Quinta-feira (16)
Pedro prepara um rústico caixão para enterrar o irmão que foi trazido morto. Em silêncio, a mãe vela e sofre a perda, enquanto a família fica lisonjeada com a visita ilustre que chega para trazer os pêsames.
Amsterdam, ficção de Fabio Mendonça (SP)
Quinta-feira (16)
Mistura linguagem ficcional e animação para contar a história do garoto "Cabeça" e da juventude freqüentadora do complexo comercial "grandes galerias", no centro de São Paulo.
Alô Tocayo, documentário de Renato Martins e Lula Carvalho (RJ)
Sexta-feira (17)
Feito na cidade de La Havana, Cuba. A narrativa se dá através de uma mãe cubana, Mirian Torres, que apresenta a sua família e a sua história de vida, e nos convida a uma reflexão sobre o mundo que vivemos hoje.
O Caderno Rosa de Lori Lamby, ficção de Sung Sfai (SP)
Sexta-feira (17)
Garotinha de oito anos relata suas fantasias sexuais para o seu diário cor-de-rosa.
Rapsódia para Um Homem Comum, ficção de Camilo Cavalcante (PE)
Sexta-feira (17)
Epaminondas é um funcionário público classe média baixa no início da década de 70. Um homem comum, pai de família, que tem o dia- a- dia cercado por compromissos burocráticos e já não agüenta mais a rotina banal a que está submetido.
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