- E não há um outro caminho para legalizar a vacina?
- Eu solicitei um orçamento para uma universidade de Juiz de Fora para saber quanto eles me cobrariam para fazer a pesquisa comparativa exigida pela Anvisa. A universidade me pediu R$ 1 milhão. Eu não tenho esse dinheiro. Somente as multinacionais têm condições de legalizar medicamentos na Anvisa. Elas pagam facilmente esse valor, vendem em quantidade e ganham muito dinheiro.
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Foto: Ricardo Medeiros
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- Quer dizer então que para legalizar a vacina o senhor teria que se associar a um grande laboratório?
- É isso. Confidenciaram-me até que a Anvisa recebe comissões dos laboratórios para registrar medicamentos. Se isso é verdade, não sei. Mas, se for, quem manda na Anvisa então são os grandes laboratórios. No Brasil as coisas são difíceis...
- O senhor já foi processado alguma vez?
- Sim. Meu consultório funciona no térreo de um prédio de três andares. No terceiro andar fica o laboratório Eles alegavam que eu não podia manter funcionando no mesmo prédio meu consultório e o laboratório. Disseram-me que consultório e laboratório deveriam estar em prédios distintos. Exigiram também que eu enviasse ao CRM uma ata com reunião da diretoria, nomes dos membros etc. Disseram que eu tinha que funcionar como empresa. Aplicaram uma multa e disseram que diante de uma reincidência eles arbitrariam um novo valor...
- O CRM do Espírito Santo?
- Não, pelo contrário. Este ano o CRM-ES me prestou uma homenagem de Honra ao Mérito pelos serviços prestados à medicina aqui no Estado. Mas em um dos processos eu mesmo organizei minha defesa a partir de notícias publicadas no próprio jornal do CRM. Uma das notícias dizia que um médico havia sido flagrado dentro de uma ambulância fumando maconha; um outro médico anestesiou uma paciente e a deflorou. Ambos foram condenados a um mês de suspensão de suas funções. Veja bem, apenas um mês. Então eu disse ao Conselho: se vocês me condenarem também à pena de um mês de afastamento eu aproveito para tirar umas férias e vou a Cancun com minha esposa.
- O senhor tem idéia de quantas pessoas foram curadas com a vacina?
- Não dá para saber. É muita gente. Mas há alguns casos que eu tenho um carinho especial. Havia uma menina que aos dois anos de idade apresentou artrite reumatóide. Ela não andava devido a fortes dores no joelho e nos pés. Os médicos já haviam alertado a seus pais que ela não teria chances de andar pelo fato de a doença ser progressiva e incurável. Aos nove anos de idade a mãe da menina tomou conhecimento do meu tratamento. A partir de então, ela começou a receber a vacina e aos poucos foi reaprendendo a andar. Na juventude jogou voleibol. Recentemente se formou na faculdade e agora se casou. Numa carta ela escreveu o seguinte: 'Meus pais me geraram, e o senhor me deu a vida'. Isso é muito gratificante para mim.
- O senhor também toma a vacina?
- Mas é claro. Eu e a minha esposa (Norma, 82 anos) tomamos a vacina há mais de 16 anos. É por isso que nós não pegamos nem gripe. Tanto eu quanto a minha senhora temos uma disposição enorme. Até outro dia trabalhava até às 11 horas da noite.
- O tratamento com a vacina é muito caro?
- Não, pelo contrário. É extremamente barato em relação aos tratamentos convencionais. Um paciente que usa medicamentos 'clássicos', como antiinflamatórios não hormonais, corticosteróides e drogas de ação lenta, pode chegar a gastar em média até R$ 300 por mês. E os efeitos colaterais são terríveis. A vacina custa R$ 240 por ano. O tratamento com a vacina dura normalmente dois anos. Existe uma estimativa que diz que há 14 milhões de pessoas com doenças relacionadas ao aparelho locomotor no Brasil. Agora imagine a quantidade de pacientes que poderiam ser curados com a vacina. Isso só não é possível porque eles me perseguem e preferem insistir em tratamentos equivocados. Você lembra quando apareceu o Viox como sendo uma droga avançada e eficiente no tratamento de inflamações?
- Lembro inclusive de uma edição da revista "Veja" que fez uma reportagem de capa sobre os benefícios do Viox, que era considerada a droga do momento.
- Pois bem, o próprio laboratório foi obrigado a retirar o medicamento do mercado porque, ao invés de curar, ele estava matando as pessoas. E a Anvisa, à época, validou o remédio. Agora, a vacina que comprovadamente não oferece nenhum risco ela não libera.
- O que o senhor pretende fazer agora para legalizar a vacina?
- Há uma empresa de São Paulo que está querendo legalizar a vacina. Disseram-me para eu entregar logo para eles, assim eu fico livre da Anvisa.
- E o senhor vai entregar?
- Às vezes eu penso em fazer isso para me livrar deste problema com a Anvisa, ou talvez entregue a vacina a Cuba. Tenho certeza de que lá eles vão saber o que fazer com ela. Porque em Cuba a medicina é social. Não são as grandes empresas que estão no comando. Eu não quero que uma multinacional pegue a minha vacina e ganhe um monte de dinheiro nas minhas costas, principalmente se for uma empresa dos Estados Unidos. Porque sou anti-americano. (risos...). Eles agora querem tomar a Amazônia dos brasileiros. Eu inclusive estou fazendo um estudo sobre isso.
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Foto: Ricardo Medeiros
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- O senhor é comunista?
- Já fui na mocidade. Eu acredito que o comunismo é um sistema de governo ideal. Não deu certo na Rússia, porque no comunismo o governo não deveria ter exército. Os recursos gastos para manter o exército e o poderio bélico deveriam ser aplicados na manutenção da paz e da produção. Só que a Rússia tinha o maior exército do mundo porque estava em guerra contra os Estados Unidos e precisava se defender. Se não fosse isso poderia dar certo.
- Além das pesquisas na área médica o senhor também tem outros estudos no campo político, econômico e social, não é isso?
- Sou um pesquisador por natureza, um curioso. Escrevi um livro sobre o 'Desenvolvimento do Brasil - Integração da Amazônia, Nordeste e Cerrado'. Nesse estudo, faço uma análise socioeconômica do País e indico algumas soluções simples e práticas que poderiam gerar trabalho, renda e desenvolvimento para as populações desfavorecidas. Isso tudo dentro de uma política de desenvolvimento sustentável. Eu inclusive mandei uma carta ao presidente Lula, no início do seu segundo mandato, com um resumo dessas idéias. Mas acho que a carta não chegou até ele.
- O senhor votou no Lula?
- Claro. Não só votei, mas me empenhei muito para que ele fosse reeleito. Antes do segundo turno, quando estouraram aquelas denúncias dos escândalos do mensalão e do v alereoduto, eu comprei uma dessas impressoras a laser e imprimi 50 mil cópias de uma manifesto de apoio ao Lula e sai pelas ruas distribuindo à população.
- E quais são os outros projetos que o senhor tem nessa área?
- Tenho um outro estudo, que também pretendo transformar em livro, sobre a 'Defesa da Amazônia'. Nesse trabalho, alerto as autoridades para a ameaça concreta dos Estados Unidos de se apropriarem da Amazônia. Já está em curso uma 'invasão branca'. Existe um domínio, ainda que sutil, de pseudo-missionários e cerca de 600 ONGs (Organizações Não-Governamentais) mantidas e orientadas por grandes potências mundiais, entre elas os Estados Unidos, que querem dirigir a política econômica e social da região.
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Acompanhe abaixo trechos de depoimentos que foram extraídos de comunidades da Internet de pessoas que sofrem de doenças relacionadas ao aparelho locomotor e que se tratam com a vacina do dr. Genésio Pacheco da Veiga.
(...) Quero comunicar que a vacina está a cada dia fazendo um verdadeiro milagre na vida de minha mãe...
(...) Durante meio século convivi com alergia asmática. Procurei tratamento entre os médicos mais renomados da Europa e não obtive resultados.(...) Foi em Guarapari que encontrei a resposta definitiva para minha via crucis (...) Com o tratamento a asma nunca mais voltou. A alergia apenas se insinua, mas é repelida por um exército de soldados imunológicos(...)
(...) Fiquei sabendo que a Anvisa está perseguindo o dr. Genésio, quanta veleidade. Um profissional que salva vidas e alivia a dor com seu trabalho nobre de pesquisador, livre das peias do capital internacional é tratado como infrator (...)
(...) Com o tratamento do dr. Genésio já estou iniciando a terapia para aprender a andar. Devo minha vida a esse ilustre cientista (...)
(...) No meu caso a vacina foi a retomada da qualidade de vida, sem o tratamento não sei como estaria agora(...)
(...) Posso lhe garantir, por experiência própria, que raros médicos darão força a tratamentos que realmente curem, pois para eles o que interessa é o doente constante. Graças a Deus existe uma minoria humanista como o dr. Genésio (...)
(...) A primeira boa sensação que a vacina me fez sentir foi o fim dos efeitos colaterais. Não agüentava mais os medicamentos, que além dos efeitos colaterais indesejáveis não me davam nenhuma possibilidade de cura (...)
(...) Meus inchaços e dores nas articulações e inclusive na coluna melhoraram em 80%, estou até meio assustado com tamanha melhora. Meu reumatologista, que não sabe que uso a vacina, me disse que após três meses da última consulta esperava me encontrar bem pior. Disse que eu estava surpreendentemente melhor e soltou a seguinte frase: 'Graças a Deus".
(...) A minha última alegria foi agora, após nove meses de tratamento, voltar a subir uma escada trocando os passos sem sentir dor é mágico (...)
(...) Estou no meio do tratamento e sentindo melhoras. Mas estou meio preocupado. E se de alguma forma tivermos a falta do dr. Genésio, como teremos acesso à vacina? (...)
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