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Foto: Divulgação
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Quando Miles Davis morreu, quem reclamou seu corpo: o jazz ou o rock? Quem é o cantor secreto que inspirou João Donato e João Gilberto? Quem inventou a capa de disco? Branco sabe cantar jazz? Em
Tempestade de Ritmos (Companhia das Letras, 440 págs, R$ 52 em média) o jornalista e escritor Ruy Castro responde a essas perguntas e faz muitas outras revelações.
Ruy começou a escrever na imprensa em 1967, para o então prestigiadíssimo jornal carioca
Correio da Manhã, e estreou justamente com um artigo sobre música. Desde então, esse foi sempre um de seus principais assuntos nos meios de comunicação em que trabalhou ("Todos, exceto bula de remédio", como diz o próprio autor).
Em
Tempestade de Ritmos há uma predominância de artigos sobre música americana, mas ele se orgulha de ter crescido ouvindo os ritmos e gêneros mais díspares, como fox-trots, tangos, boleros, valsas, sambas, choros, marchinhas de Carnaval e muito jazz - e esse seu ecletismo musical se reflete no livro, uma autêntica tempestade de ritmos, sujeita a raios e trovões de informação e humor.
Sobre o autor
Nasceu em 1948. Começou como repórter em 1967, no
Correio da Manhã, do Rio, e passou por todos os grandes veículos da imprensa carioca e paulistana. A partir de 1990, concentrou-se nos livros. Publicou, entre muitos outros, as biografias de Carmen Miranda, Garrincha e Nelson Rodrigues, e obras de reconstituição histórica, sobre a Bossa Nova, Ipanema e o Flamengo. É cidadão benemérito do Rio de Janeiro.
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