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Foto: Divulgação
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As revistas de celebridades adoram. Nas novelas o tema foi abordado diversas vezes. E quando acontece perto da gente, o povo adora comentar. Quando uma mulher se relaciona com um homem mais novo, nunca passa sem um comentário. Seja de apoio por parte dos libertários ou de certa ironia vinda dos mal-amados. Seja aos 20 ou aos 50, nunca é tarde para amar!
No filme
Nunca é Tarde para Amar, de Amy Heckerling, a diferença de idade de um casal é o tema central. Rosie (Michelle Pfeiffer) é mãe de Izzie (Saoirse Ronan), adolescente que está apaixonada pela primeira vez. Esta situação também acontece com ela, que, perto dos 40 anos, se apaixona por Adam (Paul Rudd), homem bem mais jovem, o que deixa Rosie cheia de dúvidas sobre se deve ou não manter o novo relacionamento.
No “modelo” de mulher independente, Rosie é divorciada. Só tem tempo para a filha e para o trabalho como roteirista e produtora de um seriado de TV. À procura de um novo ator, Rosie joga seu charme para o estreante Adam durante um teste. Não dá outra. Brincalhão, o rapaz corresponde à paquera. Flerte de lá, flerte de cá, e eis a dúvida de Rosie: poderá dar certo uma relação com um cara de 29 anos?
O filme ainda conta com diversas subtramas que dão uma oxigenada no enredo principal. Além de usar de pura metalinguagem - a história tem Hollywood e seus bastidores como cenário.A diretora Amy Heckerling é a mesma de
As Patricinhas de Beverly Hills. Diferente da comédia de 1995, onde deixava transparecer algum carinho pelas suas personagens, ao mesmo tempo em que as ridicularizava.
Em
Nunca é Tarde para Amar, dignidade é privilégio de poucos escolhidos, e para ser tratado como gente a personagem precisa passar no processo de seleção antes.
Serviço
Nunca é Tarde para Amar (I Could Never Be Your Woman, EUA, 2007, 97 minutos).
Saiba mais!
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