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Pisca-alerta






Toyota lança novo Corolla na Reatech 2008

A Toyota lança na Reatech 2008 (Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade) o novo Corolla, com motorização 1.6 16 Válvulas VVT-i, de 110 cv, ao preço de R$ 59.999,00. O evento, que acontece no Pavilhão de Exposições Imigrantes, em São Paulo, aberto no último dia 24 e que se encerra neste domingo (27), espera receber mais de 30 mil pessoas neste ano. A feira é voltada às pessoas portadoras de deficiência mental, visual, auditiva e múltipla, seus familiares, profissionais da área médica, idosos e pessoas com mobilidade reduzida.

Em sua sexta participação na feira, a Toyota apresentará, em um estande de 360 metros quadrados (rua A, números 603/601/504/502), além do Novo Corolla, o utilitário esportivo SW4, também adaptado para pessoas portadoras de deficiência. Também haverá uma exposição que contará os 50 anos da Toyota do Brasil, comemorados neste 2008.

A Reatech é também uma feira de negócios. Consultores especializados em vendas da Toyota e uma equipe do Banco Toyota estarão presentes no estande para orientar os consumidores e oferecer as melhores condições aos interessados em adquirir um produto Toyota. "É muito gratificante para a Toyota atender ao público de PPD. É uma forma também de contribuirmos para a melhora na qualidade de vida das pessoas com necessidades especiais", diz o gerente de vendas diretas da Toyota do Brasil, Vladimir Centurião.

O Banco Toyota estará também presente no estande da Toyota na Reatech com equipe totalmente preparada para realizar simulações de financiamento e seguro com planos especiais ao público portador de deficiências.

Quem quiser ainda testar os veículos da Toyota também terá a oportunidade. Estarão disponíveis unidades do Corolla e da SW4 adaptados. A pista para test drive fica instalada dentro do próprio complexo da feira.

Nissan atinge marca de 1 milhão de carros vendidos

A Nissan Motor Co. anunciou que atingiu a marca de 1 milhão de unidades vendidas de veículos equipados com câmbio automático XTRONIC® CVT (transmissão continuamente variável) no ano fiscal de 2007. Foram 1.088.000 unidades comercializadas entre abril de 2007 e março de 2008, atingindo uma das metas estabelecidas no plano de ação ambiental, o Nissan Green Program 2010, que estabelece objetivos concretos de redução de CO2 para o ano de 2010. No Brasil esta tecnologia está disponível nos modelos Nissan Sentra (versão com CVT corresponde a 70% das vendas do modelo) e Nissan Murano.

As vendas globais de veículos equipados com CVT quadruplicaram desde o ano fiscal 2004. Atualmente, estes veículos representam aproximadamente 28,6% das vendas globais, comparando com 7% no ano fiscal 2004. Esta porcentagem varia de acordo com os mercados, atingindo o maior índice na América do Norte (47,4%) e Japão (43,8%).

Habib deixa a direção da Citroën; assume Orphelin

Sergio Habib, presidente da Citroën do Brasil, anunciou na semana passada, em São Paulo, a sua decisão de deixar o comando da filial brasileira da marca no próximo dia 30 de junho, encerrando um ciclo que havia se iniciado em 1991 com a importadora IVXM. Habib vai se dedicar aos negócios de seu grupo empresarial, sendo substituído na posição de diretor-geral da Citroën do Brasil por Jean-Louis Orphelin, atual responsável pelas operações de comércio internacional da marca para a América Latina.

Boas novas das marcas Chrysler, Jeep e Dodge

A Chrysler realizou na semana passada um mega-evento para mostrar toda a sua linha 2008. Foi a primeira manifestação da empresa depois da separação da Mercedes-Benz e, como toda nova casa precisa de uma festa de "open house", a da marca norte-americana permitiu aos jornalistas especializados dirigir oito veículos, de Chrysler PT Cruiser a Dodge RAM.

Philip Derderian, que comanda Chrysler, Jeep e Dodge no Brasil, congregadas sob uma empresa que se chamará Chrysler do Brasil, comentou com os jornalistas que o que a Chrysler precisa, hoje, é de internacionalização. Precisa e vai buscar, diga-se. Essa é uma diretriz mundial da nova empresa. Acompanhando o ditado popular, que não recomenda colocar todos os ovos em uma cesta só, a empresa não quer mais estar bem apenas nos EUA, mas sim em outros mercados, especialmente os do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China). Se os norte-americanos têm hoje o maior mercado do mundo, também é verdade que ele é extremamente competitivo e está bastante saturado. É aí que o Brasil entra.