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Foto: Divulgação
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Um grande "baleiro musical": Pierre Aderne, Alexia Bomtempo, Marcelo Costa Santos, Os Lancelotti Domenico e Alvinho, Luis Carlinhos, Rogê, Silvia Machete, Ingrid Vieira, os conhecidos Wilson Simoninha e Dadi (Novos Baianos e A Cor do Som), além dos instrumentistas Felipe Pinaud, Dadi, Mauro Refosco, Rafa Nunes, Lancaster e Pretinho da Serrinha. A ala dos compositores conta ainda com 'pitacos' de Mú Carvalho. A produção - minimalista no melhor sentido que a palavra pode sugerir - é do grupo e Marcelo Sabóia. Só pérolas raras, de sabores e talentos.
Trata-se do coletivo Doces Cariocas, um combinado de amigos compositores que transformaram saraus informais num lançamento orgânico e sensível e verdadeiro: o homônimo
Doces Cariocas é mais um lançamento do selo-cooperativa Abacateiro, cuja filosofia traduz o espírito coletivo do grupo. Profissionais das mais diversas funções fundamentais na produção de um álbum com o sonho comum de popularizar aqueles seus "sucessos-preferidos-que-só-a-gente-conhece", os hits dos saraus.
Desde seu nome o Doces Cariocas resgata música e postura do Clube da Esquina, dos Novos Baianos e Doces Bárbaros. Vozes femininas e masculinas se alternando, diversos intérpretes e gêneros musicais, violões, texturas sonoras, e o principal elo entre o novo grupo e os grandes mestres: canções relevantes, daquelas que prometem valer a pena serem ouvidas daqui a muitos anos.
Sons e sensações de dar vontade de pegar uma trilha, um ar puro, voar no vento e se elevar na calma. Vem à tona também o astral das trilhas de saudosos e tocantes projetos infantis, de A Arca de Noé ao Sítio do Pica Pau Amarelo. Doces Cariocas é para crianças de todas as idades. Resgatam o passado mirando no futuro.
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