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Pisca-alerta






Mazda2 é eleito o Carro Mundial de 2008

Os organizadores do Salão de Nova York revelaram na manhã de quinta-feira passada (20) o ganhador do prêmio melhor Carro Mundial 2008. Entre os três finalistas, o Mazda2 desbancou o Ford Mondeo e o Mercedes-Benz Classe C.

O BMW 118d levou o título de Carro Mundial mais Ecológico e o Audi R8 foi o vencedor em duas categorias, a de Carro Mundial de Performance e Carro Mundial com Melhor Design. No ano passado, a montadora alemã também venceu esses dois prêmios com o RS4 e o TT, respectivamente.

Para participar da competição, o veículo deve estar em produção e ser vendido em pelo menos cinco países e dois continentes. De um total de 39 modelos escolhidos na primeira seleção, o vencedor foi apontado por um grupo de 47 jurados selecionados em 24 países entre membros da imprensa e indústria automotiva.

Os interesses por trás dos fatos

Por Markenson Marques*

Qual é a relação entre o governo federal, a espera dos caminhoneiros em filas sem fim e a segurança dos brasileiros? Para encontrar a resposta a essa intrincada pergunta é necessário buscar os fatos por trás do cancelamento de um importante artigo da lei 11.442/2007, que regulamenta a atividade dos transportadores de cargas.

O artigo em questão diz respeito à estadia dos caminhões nos terminais e estações aduaneiras para embarque e desembarque de produtos, segundo o qual as empresas que demorarem mais de cinco horas para realizar o serviço são obrigadas a pagar multa de R$ 1 por tonelada/hora.

Mas a regulamentação, que beneficiava caminhoneiros e toda a economia brasileira - ao forçar uma maior agilidade na entrega de mercadorias - foi por água abaixo, depois da publicação da Lei 11.524/2007, que flexibilizou o tempo de espera dos veículos.

Aprovada à sombra da fervorosa discussão em torno da CPMF, essa nova lei - que basicamente regulamenta o crédito rural - permitiu que as horas anteriormente estabelecidas fossem esticadas por meio de contratos entre as duas partes, tornando ilimitado o tempo de estadia das carretas e, pior, sem a necessidade de pagamento de multas.

Logo, se o contratante estabelecer um intervalo mínimo de descarregamento de dois dias, esse período será considerado válido, por ser de comum acordo entre as duas partes. Com isso, as cinco horas previstas anteriormente deixaram de ser regra para se tornar exceção, e os caminhoneiros ficaram novamente presos àquela longa espera nas filas dos terminais de embarque e desembarque.

Entretanto, por trás dessa atitude tão prejudicial à sociedade, está o forte aparato político da classe ruralista, que por meio de sua bancada no Congresso Nacional agiu de forma a pressionar o governo Lula a ceder e dar margem ao prolongamento do tempo-limite.

Dessa forma, o governo federal demonstrou a toda a sociedade que não está do lado dos caminhoneiros, que junto com os seus familiares representam um universo de aproximadamente sete milhões de votantes.

E, cá entre nós, se considerarmos que uma empilhadeira leva 30 minutos para carregar e descarregar uma carreta, por que submeter trabalhadores a uma espera de mais de cinco horas? Ao meu ver, duas horas é tempo mais que suficiente.

Mas enquanto esse tempo não é revisado, todos saímos perdendo, principalmente a economia do país e o condutor brasileiro, que é submetido cada vez mais à um clima de insegurança nas estradas, pois como sabemos, muitos caminhoneiros fazem uso de drogas para permanecer mais tempo acordados e se sujeitam à situações de imprudência no trânsito para cumprir os prazos estabelecidos.

Como é possível perceber, as filas intermináveis que milhares de caminhoneiros enfrentam todos os dias e a segurança nas estradas estão estreitamente ligadas ao nosso governante-mor, que deve deixar de atender a interesses específicos e se voltar às necessidades da população.

*Markenson Marques é diretor-presidente da Cargolift Logística e Transportes e diretor da Aslog - Associação Brasileira de Logística

Citroën é menos vulnerável a enchentes


O Índice de Danos de Enchente, mais novo estudo do Cesvi Brasil (Centro de Experimentação e Segurança Viária), mostrou que os veículos da Citroën são dos menos vulneráveis a danos em situações de alagamento. Os modelos Xsara Picasso, C3, C4 Pallas, C4 VTR e C5 ficaram entre os primeiros colocados em suas categorias, comprovando suas qualidades “até debaixo d’água”.

Todos os modelos e versões analisados pelo Cesvi Brasil foram separados por categorias e classificados em uma tabela com escalas de uma a quatro estrelas.

Na categoria “Minivan”, os Citroën Xsara Picasso ficaram com os dois primeiros lugares entre os cinco veículos avaliados. A versão 1.6 16V Flex recebeu 3,5 estrelas, enquanto a 2.0 16V a gasolina ficou com 2,5 estrelas. A tabela dos “Hatch Compactos” é a mais numerosa: têm 31 veículos. Nela, o Citroën C3 XTR 1.6 16V Flex ficou em segundo lugar, com 3,5 estrelas. O C3 1.4 Flex aparece em quarto, com 2,5 estrelas, e o C3 1.6 16V Flex é o décimo, com 2 estrelas.

O Citroën C4 Pallas foi o terceiro mais bem avaliado entre os 12 veículos enquadrados como “Sedã Médio” no estudo da Cesvi, com 2,5 estrelas. As duas versões do C5 receberam duas estrelas e ficaram com o quinto e o sexto lugares (C5 2.0 16V e C5 V6 3.0, respectivamente).

Finalmente, o Citroën C4 VTR 2.0 16V recebeu duas estrelas e aparece em terceiro lugar entre os oito “Hatch Médios” analisados pelo Cesvi Brasil.

Chip Goodyear faz monitoramento eletrônico do pneu

A Goodyear do Brasil, líder no mercado de reposição para veículos comerciais, está disponibilizando no mercado o primeiro pneu com chip de monitoramento eletrônico do Brasil. Trata-se do sistema Tire IQ, uma tecnologia exclusiva da Goodyear que é capaz de armazenar e transmitir informações com precisão máxima sobre o status do pneu, possibilitando um controle total no gerenciamento de frotas. O Tire IQ já está disponível para comercialização e pode ser instalado tanto nos produtos da Goodyear - como na nova Série 600 de pneus radiais para caminhões e ônibus - como em outros produtos compatíveis do mercado.