Arrogância também conta?

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Nesse mundo ou nos outros, caso existam, tanto as grandes empresas como os grandes países seguem um ciclo, e quem é grande hoje pode deixar de ser no próximo milênio ou no próximo século. Isso está tirando o sono dos americanos, e nada como um bom businessman para pôr a casa em ordem ou bagunçar de vez. É pagar pra ver no que vai dar.  Não que o barco esteja fazendo água – os States continuam na vanguarda como a maior economia  do mundo, numa corrida de obstáculos onde a segunda colocada, a China, está cada vez mais perto. Em breve a situação se inverte, e não há mágica que Trump possa fazer para mudar esse quadro.

 

Los brasileños  continuam no nosso eterno oitavo lugar,  sempre acomodado em berço explêndido, e com a vida correndo de mal a pior, como sempre. Enquanto isso, a distante Índia, que sempre foi sinônimo de pobreza, já  passou por nós e ocupa o sexto lugar no ranking. No ítem educação, que considero o mais importante para levar um país adiante, os Estados Unidos não estão entre os dez primeiros. A Finlândia é a campeã, seguida do Japão, Coreia, Dinamarca, Rússia. Brasil? Nem em sonhos ficamos entre os 100 primeiros.

 

Na qualidade de vida, a Finlândia outra vez sobe ao pódio, seguida pelo Canadá, Dinamarca, Austrália, Suíça.  Na melhor expectativa de vida Mônaco tira de letra com 90 anos, com Macau no segundo lugar, com 84 anos.  Macau?! Quando foi que vimos essa pequena ilha nas costas da China aparecendo nas estatísticas? Segundo dados oficiais, lá falam português, mas o mandarim predomina entre as massas. Os Estados Unidos não aparecem nos 10 primeiros lugares. Last but not least, ou seja, o último mas não menos importante, temos os melhores países em geral, e a Suíça brilha no primeiro lugar, seguida do Canadá, Alemanha, Inglaterra, Japão, Suécia, Austrália. Os Estados Unidos pegaram um fraco oitavo lugar. E nós? Kkkk.

 

Perder para os eternos campeões, como Suíça, Canadá, Inglaterra, não mata ninguém de vergonha. Mas ver países que nunca apareceram nesse rank passando por nós e dando adeuzinho, dói. Mas temos o melhor futebol do mundo (cabe um sic?) e o mais alto grau de calor humano. Haja desodorante. É o que sempre ouvi dizer, embora não levem isso em conta quando avaliam os fatores essenciais para uma vida digna e produtiva. Para o presidente americano arrogância também conta, mas até agora nada foi feito para diminuir os tiroteios nas escolas, que põe o país atrás na qualidade de vida. Mas qual político ousa contrariar um grupo tão poderoso como as empresas de armamento?

 

Mas não vamos dizer que nunca aparecemos nos primeiros lugares, seja lá do que for. Corrupção também conta?

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