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29/1/2010
Aracruz Celulose: trabalhadores ameaçam
parar se empresa não mudar sua proposta
Lívia Francez
Essa força de trabalho e encontra em assembleia permanente para que a empresa volte atrás na proposta de reduzir os benefícios da categoria. Além de maquiar a proposta de trabalho e tentar mexer nos turnos dos trabalhadores, a empresa ainda afirmou que não vai garantir o número de postos de trabalho.
Os trabalhadores recusaram mais uma vez a proposta da empresa e, segundo o Sindicato dos Trabalhadores Químicos e Papeleiros do Estado (Sinticel), existe uma tentativa de buscar negociação com de todas as formas. No entanto, os trabalhadores começam a se revoltar com a atitude da empresa, que disse ter feito uma proposta final. Eles estão prestes a deflagrar uma paralisação.
Para os próximos dias, o sindicato pretende promover assembleias com os trabalhadores dos turnos, cancelando a que seria realizada na próxima segunda-feira (1).
A proposta reiterada na negociação pela sucessora da Aracruz foi a mesma que 75% dos trabalhadores rejeitaram em assembleia. A empresa também propôs garantir o turno ininterrupto de revezamento por dois anos, sendo que tal proposta não consta do Acordo Coletivo da categoria.
Desde que houve a fusão entre a Aracruz e a Votorantim Celulose e Papel (VCP), os trabalhadores acumularam diversas perdas. Foram perdidos 150 postos de trabalho, depois da demissão de empregados em abril de 2009.
Foi também extinta a gratificação em dinheiro para empregados a partir de dez anos e eliminou-se o ônibus do turno de Vitória, prejudicando diversos trabalhadores. Também foram extintos os planos de previdência privada da empresa e a aposentadoria vitalícia em caso de acidente e invalidez permanente.
Aracruz Celulose: trabalhadores ameaçam
parar se empresa não mudar sua proposta
Lívia Francez
Trabalhadores da Aracruz (atual Fibria) se revoltam com tentativa da empresa de mexer em turnos de trabalho.
Essa força de trabalho e encontra em assembleia permanente para que a empresa volte atrás na proposta de reduzir os benefícios da categoria. Além de maquiar a proposta de trabalho e tentar mexer nos turnos dos trabalhadores, a empresa ainda afirmou que não vai garantir o número de postos de trabalho.
Os trabalhadores recusaram mais uma vez a proposta da empresa e, segundo o Sindicato dos Trabalhadores Químicos e Papeleiros do Estado (Sinticel), existe uma tentativa de buscar negociação com de todas as formas. No entanto, os trabalhadores começam a se revoltar com a atitude da empresa, que disse ter feito uma proposta final. Eles estão prestes a deflagrar uma paralisação.
Para os próximos dias, o sindicato pretende promover assembleias com os trabalhadores dos turnos, cancelando a que seria realizada na próxima segunda-feira (1).
A proposta reiterada na negociação pela sucessora da Aracruz foi a mesma que 75% dos trabalhadores rejeitaram em assembleia. A empresa também propôs garantir o turno ininterrupto de revezamento por dois anos, sendo que tal proposta não consta do Acordo Coletivo da categoria.
Desde que houve a fusão entre a Aracruz e a Votorantim Celulose e Papel (VCP), os trabalhadores acumularam diversas perdas. Foram perdidos 150 postos de trabalho, depois da demissão de empregados em abril de 2009.
Foi também extinta a gratificação em dinheiro para empregados a partir de dez anos e eliminou-se o ônibus do turno de Vitória, prejudicando diversos trabalhadores. Também foram extintos os planos de previdência privada da empresa e a aposentadoria vitalícia em caso de acidente e invalidez permanente.
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