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| R-E-P-O-R-T-A-G-E-N-S |
| :.No
rastro do mamão |
:.O JK do Cricaré |
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De
forma lenta e gradual, embora ainda um pouco insegura, a economia
capixaba vai aos poucos se libertando de sua histórica dependência
dos oficiais para buscar caminhos próprios rumo ao progresso,
seguindo a trilha dos Caliman e do seu mamão papaya.
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Para
muitos, ele foi o maior governante da história do Espírito
Santo, uma espécie de JK capixaba um homem que antevia
o futuro.Se vivo fosse, Jones dos Santos Neves teria completando 100
anos no último dia 29 de dezembro
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:.As cidades e sua gente
Lendas
e passagens românticas permeiam a história de
Conceição da Barra. Um lugar de gente e paisagens
bonitas. Gente que ama o lugar e propaga, com orgulho, que
ele nasceu de um beijo entre as águas do Atlântico
e do Cricaré.
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:.
Contradição humana
Um anônimo de
famas voadas. Assim Adilson Vilaça qualifica Pedro Gonçalves,
nome aliás, apelido de um sábio que
vivenciou e hoje recorda as grandes acontecências históricas
da região onde é famoso, o noroeste capixaba
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:.Esporte por esporte
Por amor, ele deu
tudo o que podia a seu clube de coração, o outrora
glorioso Santo Antônio Futebol Clube. Rubens Gomes, um desportista
na verdadeira acepção da palavra, figura hoje na galeria
de honra do nosso esporte
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:. Capixaba de
sucesso
Lucas
Izoton, o criador da Cobra Dágua, é um homem
apressado. Acha que tem muito ainda a fazer. O sucesso, uma constante
em sua vida, não o impede de pensar na morte: quer ser cremado
e ter suas cinzas espalhadas por Vila Velha
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:.O mar como testemunha
Mais que um cartão postal, o Penedo é um marco histórico.
Registra, segundo o prof. Aziz AbSaber, as alterações
ocorridas nas marés ao longo dos últimos 22,5 mil
anos. Estão lá para quem quiser ver as marcas dessas
mudanças
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ARTIGO:
A ousadia da mudança
- João Luiz de Menezes Tovar
Em artigo exclusivo para
SÉCULO, o secretário de Estado da Fazenda, João
Luiz Tovar, critica a inércia de procedimentos que só
fazem perpetuar o status quo. E entra de sola na questão:
há que se ousar para adotar medidas que de fato estejam
comprometidas com resultados e que possam ser aprovadas pela sociedade.
Leia o artigo de Tovar nas páginas seguintes
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Um clamor por mudanças
já
Para sair do marasmo
e da mesmice dos subsídios, da proteção e do
amparo estatatais do atraso, enfim, baseado no extrativismo
, a economia capixaba só tem uma saída: mudar.
É mudar ou... mudar, como preconiza o secretário de
Fazenda do Estado, João Luiz Tovar, em artigo esclusivo para
SÉCULO. E é o que constatam dois experientes repórteres
de Economia de nossa equipe o gaúcho Geraldo Hasse
e a capixaba Lena Azevedo.
Com a experiência de vários anos de atividade profissional
em nosso Estado, Hasse evoca o pioneirismo dos Caliman no cultivo
e na comercialização de mamão papaya
um marco de sucesso reconhecido nos principais mercados do País
e do exterior para demonstrar que a ousadia é o caminho
da mudança. Um caminho que Tovar, contra a resistência
dos acomodados e viciados na cobertura do manto estatal, vem buscando
trilhar em sua gestão à frente das finanças
do Estado. Reduzir o tamanho do Estado às dimensões
que a sociedade aceita e absorve eis a meta dessa política
de ousadia e mudança defendida pelo secretário.
Objetivando aquilatar o valor e a viabilidade desse propósito,
Lena foi a campo e pesquisou alguns dos mais importantes segmentos
da economia capixaba. Constatou que o exemplo dos Caliman não
caiu no vazio e hoje inspira alguns dos empreendimentos mais bem-sucedidos,
tanto na indústria quanto no comércio do Estado.
Mudanças de mentalidade e um notável esforço
na busca de ações coordenadas já se fazem notar
em alguns setores, como nos de movelaria, metal-mecânico,
confecções, fruticultura, mármore e granito.
Economistas que se debruçam sobre a questão, entretanto,
ainda não vêem luz no fim do túnel. Para Orlando
Caliman, por exemplo, falta ao Espírito Santo um planejamento
de futuro que amarre todos esses projetos em termos de infra-estrutura.
Falta mais. Falta identidade do empresariado com a realidade capixaba,
defende Hasse. E ele indaga: não seria o caso de se pensar
numa estratégia em favor de um genuíno desenvolvimento
econômico com raízes capixabas?
Sim, concorda Lena. Mas uma resposta objetiva e concreta só
pode ser dada pelos nossos empresários. A palavra, portanto,
está com eles.
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