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Segunda, 25 Mai 2020

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Agentes de Polícia pleiteiam nível superior para investidura na carreira

 

Após a decisão da 2ª Vara de Fazenda Pública de Vitória, que extinguiu a Ação Civil proposta pela Defensoria Pública do Estado, que pedia suspensão do concurso para agente de Policia Civil – com decisão liminar em favor da suspensão proferida pelo juízo da Vara de Fazenda Pública de Vila Velha –, a Associação de Agentes de Polícia Civil do Estado (Agenpol) deve recorrer da decisão com o objetivo de voltar a suspender o certame, para a adequação do edital. 

 
O concurso público prevê a criação de 250 vagas de agente, com vencimento inicial de R$ 2.767 e ainda está em fase de inscrições. 
 
Era entendimento da Defensoria Pública que a atividade de agente de Polícia Civil se trata de polícia investigativa, por isso, exige conhecimentos jurídicos. No entanto, o edital do concurso só contempla as matérias de Língua Portuguesa e Raciocínio Lógico. Além disso, a Agenpol sustenta que a lei geral da Polícia Civil prevê a exigência de nível superior para o cargo, mas o edital exige apenas nível médio do candidato.
 
O presidente da Agenpol, Walter Buffolo não concorda com as declarações do chefe de Polícia Civil, delegado Joel Lyrio, de que o concurso de nível médio democratizaria a seleção. Para Buffolo, o fato de a seleção ser de nível médio é uma forma de o governo atrair mão de obra barata e não especializada.
 
A categoria luta pelo reconhecimento do nível superior, além da isonomia com os investigadores de Polícia Civil, já que consideram que a diferença entre os cargos está apenas no subsídio recebido

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