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Segunda, 25 Mai 2020

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Greve na Ufes: governo suspende negociação

A reunião realizada nesta quarta-feira (1), em Brasília, no Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) com o Comando Nacional de Greve (CNG) dos docentes das instituições federais de ensino superior não trouxe resultados positivos para os professores da Ufes, na avaliação do Comando Local de Greve no Estado. 



Na reunião, o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN) apresentou o resultados das assembleias realizadas em todo o País, nas quais os docentes rejeitaram a proposta do governo. O governo federal, no entanto, não considerou os resultados das assembleias e suspendeu a negociação com a categoria, optando por fechar acordo com a Federação de Sindicatos de Professores de Instituições Federais de Ensino Superior (Proifes), que abrange somente sete universidades do País. Segundo o Comando Local de Greve, devem ser realizadas assembleias com os docentes em todo o País para a partir daí serem desenvolvidas atividades mais radicalizadas do movimento grevista. 



No dia 24 de julho, o governo federal apresentou aos docentes a segunda proposta de reestruturação da carreira, que já foi rejeitada por 53 assembleias gerais dos Comandos Locais de Greve (CNG) por todo o País. O CNG, juntamente ao Andes-SN, sindicato nacional da categoria, está reunido em Brasília para coletar as análises das assembleias locais e formular a estratégia para a reunião desta noite.

Estão em Brasília delegados representantes das Seções Sindicais do Andes, incluindo o presidente da Associação de Docentes da Ufes (Adufes), José Antônio da Rocha Pinto.



Os professores da Ufes realizam na noite desta quarta-feira, na sede da Adufes, um “luau de vigília” para acompanhar a reunião nacional. Segundo Rafael Vieira, do Comando Local de Greve, a atividade, além do acompanhamento à negociação, visa a confraternizar os professores grevistas da universidade.



De acordo com Rafael Vieira, a categoria espera que o governo saia da posição de intransigência apresentada desde o começo da greve. “A expectativa é de que o governo recue em sua proposta e trabalhe para a construção de um acordo”, afirmou. A depender do resultado da reunião de hoje, os professores vão continuar com atividades radicalizadas, como a paralisação do campus de Goiabeiras, realizada nesta terça-feira (31).

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