A Globo é o carro chefe da cobertura geral da Copa. Faturando bilhões e cobrindo desde bobas entrevistas nos Estados até seus estúdios fixos, fincados nos estádios por onde jogou ou vai jogar a Seleção Brasileira.
No mês de jogos realizados no País, a Globo usou e abusou de coberturas que chegavam até cansar o telespectador que gosta de esportes. Com o cansaço dos profissionais, afinal, é todo dia, começaram aparecer falhas técnicas, gente falando besteira.
Quando você assistia aos jogos no canal SportTV, o áudio do estádio era muito alto, atrapalhando o narradores. E assim ficou a Copa toda. No canal da Globo era um pouco melhor.
Mas as edições do Jornal Nacional saturaram com o deslocamento da Patricia Poeta, junto com o chato do Glavão Bueno, numa espécie de sub âncoras, já que Bonner ficava no estúdio desempenhando essa função. Não precisava deles nessa subancoragem. Muito chato os dois, sem graça.
As coberturas nos Estados antes dos jogos do Brasil também ficaram maçantes. Dava clima? Talvez, mas é sempre a mesma coisa. Copa após, Copa, com o repórter à frente de um batalhão de gente pulando e gritando.
E uma coisa a registrar; As imagens de todos os jogos eram geradas pela Fifa, com câmeras e equipamentos próprios, tendo a Globo com geradora e com responsabilidade de comercializar, como fez. No mais, está sendo mais uma Copa com uma cobertura razoável.
PARABÓLICAS
O jornal de maior circulação do Estado, A Tribuna, desprezou a presença de Dilma no ES no último dia 02 de julho. Só deu uma notinha na página 25
O pessoal do Sintertes teve uma luta incansável para uma aprovação decente na Convenção Coletiva deste ano.
Renatinha Fermo sofreu um sequestro relâmpago dias desses, mas conseguiu sair numa boa. Ficou só um pequeno trauma.
Denaldo Botelho é o ban ban ban da FM Cultura de Castelo. Passa por suas mãos todas as edições daquela movimentada emissora
Haekel Loureiro continua como braço direito de José Luis Dantas na direção da FM Cidade de Vila Velha
MENSAGEM FINAL
Suspeite de cada momento, por ser ele um ladrão, indo na ponta dos pés, sempre com mais do que trouxe. John Updike

