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Abril

A famosa Editora Abril, do grupo Civita, fez um pedido de recuperação judicial neste mês de agosto. Adotou essa causa quase desesperadora, pois deve R$ 1,6 bilhão. Recentemente teve que demitir 800 funcionários do seu parque gráfico e demais empresas do grupo.

Esse pedido de recuperação envolve o grupo todo, o que inclui empresas distribuídas em várias áreas: Abril Comunicações, com 16 revistas e sites. Entre as revistas, a combativa Veja e a excelente Exame.

Atingida também a gráfica, a maior da América Latina, que além de imprimir o material do grupo, imprime de terceiros, a distribuidora do grupo, a Dinap, e o Total Express, entrega de encomendas.

A Abril detinha a marca brasileira da Playboy. Bateu recordes de vendas, colocando nuas as mulheres mais desejadas do Brasil. A revista Exame, um pilar forte em publicações sobre mercado e economia empresarial.

Mas foi com a Veja que a empresa dos Civita ruiu. Uma revista combativa, mostrando sempre o lado obscuro dos governos e, com isso, foi cerceada financeiramente das verbas governamentais, mexendo com seu alto orçamento.

Eis uma prova que a imprensa não pode combater os governos, infelizmente. Olha o exemplo da Globo, o maior deles. Nunca combateu claramente governo algum. A Abril deu a cara a tapa e está pagando por isso, entre outras coisas.

PARABÓLICAS

Muitos colegas do rádio e da televisão se candidatando a um cargo na Assembleia, sendo que pouquíssimos conseguirão.

O profissional Anselmo Escandiani, após uma incursão de anos no interior, volta a atuar na Capital.

Cláudio DJ continua emprestando seu raro talento de radialista, desta feita na próspera cidade de Aracruz.

Este ano não foi diferente a reunião do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), no tocante à entrega do material dos partidos às emissoras. Muita discussão.

MENSAGEM FINAL

“Para mim, o que vicia as relações entre as pessoas é que cada um conserva, na relação com o outro, alguma coisa de oculto, de secreto. Penso que a transparência deve sempre substituir o segredo. E penso muito no dia em que duas pessoas não terão mais segredos entre si porque não mais os terão para ninguém, porque a vida subjetiva, assim como a objetiva, estará totalmente aberta”. Jean Paul Sartre

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