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Quinta, 22 Outubro 2020

BIFF Festival: Corpus Christi

Devido ao seu histórico criminal, teve inscrição rejeitada por todos os seminários. Depois de cumprir pena, o administrador encaminha-o para uma serralheria no interior, para exercer o ofício aprendido na instituição.

O jovem Daniel desiste do trabalho ao chegar no local e sai para conhecer a vila. Ele entra numa paróquia e diz a uma funcionária, apenas de troça, que é o novo padre. O embuste funciona e Daniel se hospeda temporariamente na casa do vigário titular. Ele tenta fugir mas, no outro dia, o padre responsável adoece e Daniel é obrigado a assumir seu lugar por alguns dias.

A comunidade suspeita do seu estilo excêntrico. Suas homilias cheias de vitalidade são diferentes das outras, porque não carregam o peso da morosidade.

De fato Daniel, sem o saber, detém o dom da oratória. Com o tempo ele conhece melhor os moradores da vila e se torna um sacerdote querido pela maioria, apesar de ainda atiçar suspeitas de alguns.

Sua reputação esmorece quando decide reavivar a história de um acidente automobilístico que matou vários jovens da região. Os moradores não conseguiram perdoar a viúva do motorista – suspeito de dirigir embriagado na noite da tragédia – e ela, apesar de não comprovada sua influência, foi usada pela população como bode expiatório.

Os festivais dão-nos a oportunidade de conhecer filmes nacionais e europeus que dificilmente teriam espaço no circuito comercial, a não ser por poucos dias e em algumas salas dos grandes cinemas. Este Corpus Christi vale a pena assistir, é um exemplo do que de melhor se produz hoje na Europa.

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