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Calo no sapato

Primeiro o procurador-geral de Justiça, Eder Pontes, e agora os deputados estaduais Edson Magalhães (DEM) e Guerino Zanon (PMDB). As investidas contra o conselheiro de Contas, Sebastião Carlos Ranna, são interpretadas nos meios políticos como um movimento orquestrado para neutralizá-lo. E que, não por acaso, atende também a um desejo do governador Paulo Hartung (PMDB). Nos bastidores, é conhecido o rompimento de Ranna e o governador, que teria se consolidado após a recusa do conselheiro em rezar a cartilha de Hartung dentro do Tribunal de Contas. Alçado ao posto como escolha do governador, Ranna tinha o compromisso de aprovar as contas do peemedebista, o que foi cumprido. Depois, brigou por sua independência e virou alvo. Hoje Ranna é considerado praticamente o único que destoa no tribunal, por não seguir instruções de conduta. Representa, portanto, risco. Até mesmo porque,  ainda tem muitos anos de Tribunal de Contas, já foi presidente, e só não conquistou a reeleição porque Hartung interferiu para tirar o comando de suas mãos. O que dizem é o seguinte: estão cutucando a onça com a vara curta.

Calo no sapato II

Sobre o fato de ele não responder aos ataques, seria uma estratégia para não ficar impedido de julgar futuros processos de quem o acusa. A conferir.

Derramou

Por trás do movimento estaria ainda o presidente da Assembleia, Theodorico Ferraço (DEM), que não se conforma até hoje com a investigação que caiu nas costas da sua mulher, Norma Ayub (DEM), a Operação Derrama.

Alianças

As novas acomodações do prefeito de Vitória, Luciano Rezende (PPS), reforçam a manutenção da aliança com o ex-governador Renato Casagrande (PSB). Luciano prepara o terreno para buscar a reeleição em 2016.

Alianças II

Além de Marcos Marinho Delmaestro (PP) na pasta de Asssistência Social, como a coluna adiantou na sexta-feira (6), Max da Mata (PSD) retorna à prefeitura como secretário de Meio Ambiente, Josivaldo Barreto de Andrade (PSB) assume a Secretaria de Educação, e Davi Diniz (PPS) fica com a pasta de Administração. No caso do PP, representará dois minutos a mais de televisão para o prefeito na campanha eleitoral.

Ai não…

Por falar na equipe de Luciano, a secretária de Desenvolvimento da Cidade, Lenise Loureiro, achou que estava em um daqueles encontros do Gabinete Itinerante na noite dessa segunda-feira (9). Durante a audiência pública sobre o PDU, interrompia o fluxo das falas dos moradores para fazer propaganda das ações da atual administração no Centro. Dispensável.

Não agradou

Os movimentos de entrada do prefeito da Serra Audifax Barcelos (PSB) na Rede Sustentabilidade geram reações. Nas “internas”, dizem que Audifax comprou o passe da sigla idealizada por Marina Silva, e comprou barato. Mas vai ter racha.

Sem nexo

É bom o deputado federal Carlos Manato (SD) não criar muita expectativa em relação aos louros que pode obter com a Corregedoria da Câmara. Com essa de que só o presidente pede abertura de processo investigativo, ficará de mãos atadas. Se o próprio Eduardo Cunha (PMDB-RJ) tem telhado de vidro, quem ele vai querer colocar na roda?

Jeitinho

O caso da servidora contratada pelo deputado estadual Cacau Lorenzoni (PP) para função de motorista mostra bem como é fácil engordar salários na Assembleia. Lorenzoni queria aumentar o salário dela de R$ 6 mil para R$ 8,4 mil, com adicional de penosidade. A verba extra, porém, foi cancelada. A propósito, R$ 6 mil já é muito acima da média. Fora os outros benefícios…

Bola da vez

O que o deputado estadual Euclério Sampaio (PDT) quer com Cariacica? Mirou o alvo para o prefeito Juninho (PPS) e não muda mais.

140 toques

“O que está acontecendo hoje é culpa exclusivamente do governo do Estado”. (Eduardo Pignaton, em debate na Assembleia sobre a crise hídrica – Livre Ambiente – no Twitter).

PENSAMENTO:

“O sistema representativo é uma fraude”. Muammar Kadafi

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