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Coberta curta

A antecipação do debate eleitoral do próximo ano tanto em nível nacional quanto no Estado já está movimentando as lideranças e os partidos de forma muito intensa desde o início de 2013. Na disputa majoritária, a colocação dos palanques presidenciais e do governo do Estado está mexendo com os nervos das lideranças em busca de acomodação.

Mas a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a redistribuição das vagas na Câmara dos Deputados e em 13 Assembleias Legislativas do País deve criar muito mais confusão, ainda mais para tentar acomodar os integrantes da enorme base do governador Renato Casagrande.

Os partidos que conseguiram representação na Assembleia pelas pontas, juntando partidos nanicos para segurar uma liderança na Casa, vão precisar aumentar suas votações. Quem está nas grandes coligações está em uma situação muito pior.

Os nanicos têm uma cadeirinha sempre. Mas nos chapões, é o fim das sobras, tanto que o primeiro a chiar foi o deputado Paulo Roberto (PMDB), que entrou na suplência – contestada – pela eleição de Luciano Rezende (PPS) em Vitória no ano passado.

Se na Assembleia a disputa será grande, para a Câmara dos Deputados vai ser uma guerra de foice no escuro. Com nove vagas a situação fica ainda mais apertada. Só para se ter uma ideia da situação, dois partidos querem aumentar sua representação e vão inflar suas chapas para tentar acomodar suas lideranças.

O PT tem Iriny Lopes, Helder Salomão e Gilvado Vieira na disputa. Isso se Ana Rita entrar na disputa pelo Senado ou na Assembleia, senão, será mais uma na corrida para federal. O PSDB tenta costurar uma chapa com Luiz Paulo, Max Filho e César Colnago, além de uma aliança com a Rede para que Guerino Balestrassi também engrosse a chapa.

É bom mesmo que o Estado corra atrás de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade, senão o barco não vai caber todo mundo.

Fragmentos:

1 – A questão dos 11.98% está começando a engrossar na Assembleia Legislativa. Sem uma solução, os servidores estão cobrando uma posição, mas sem os cálculos nada será possível. E a novela segue.

2 – É verdade que muitos prefeitos chegaram aos 100 dias de governo completamente quebrados. Mas no segundo semestre é preciso acelerar as novas gestões, porque a população vai cobrar respostas.

3 – Não foi só na Grande Vitória que a Rede intensificou sua busca por assinaturas. Em Barra do Riacho, em Aracruz, nesse sábado (6), o grupo também montou posto para a coleta.

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