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Composição

Notícia que circula no ninho tucano é que o deputado estadual Sergio Majeski já teria deixado mais do que claro à estadual que sairá do partido. Oficialmente, só deve executar a mudança em março, para não correr riscos em relação ao mandato, mas se existia algum restinho de dúvida no PSDB sobre sua permanência, não tem mais. Único parlamentar declaradamente de oposição na Assembleia Legislativa, o possível destino de Majeski sempre entra nas mesas de negociação para a eleição deste ano, considerando a visibilidade que conquistou no mandato e o interesse em alçar voos mais altos. Com a entrada, de fato, do ex-governador Renato Casagrande (PSB) na briga pelo governo, as especulações ganham força, sinalizando para filiações no próprio PSB ou no partido aliado, o PPS. Majeski pode ser peça fundamental numa composição de chapa nesse grupo, que padece de opções com representatividade eleitoral. O deputado, porém, já declarou que não aceita ser vice de ninguém. O Senado, pelo contrário, o atrai. Vai dar caldo na majoritária?
Não agrega
No caso da vice de Casagrande, chegou a surgir nos bastidores o nome da secretária e braço direito do prefeito Luciano Rezende (PPS), Lenise Loureiro, do mesmo partido. Mas ela não é considerada, no mercado, um nome com densidade eleitoral.
Outro plano
O único que somaria com o ex-governador, nesse lado do PPS, seria o supersecretário Fabrício Gandini, mas ele vai disputar a Assembleia Legislativa para se firmar em Vitória e sair candidato à sucessão do prefeito em 2020. Ele só pensa nisso.
Acirrado
Majeski, numa disputa ao Senado ao lado de Casagrande, cria um embate interessante com o palanque de Hartung, seja com ele na cabeça de chapa ou um sucessor. É que nesse arranjo já está situado o deputado estadual Amaro Neto (SD), que também não aceita ser vice e é cotado para o Senado. Amaro é adversário direto de Luciano Rezende.
Bandeira
A propósito, Majeski será o único deputado a comparecer aos atos contra o fechamento das turmas do ensino médio de Afonso Cláudio, nesta terça-feira (30), em Vitória? Aposta abertas.
Cara a cara
Nos bastidores políticos, comenta-se que está marcada para o dia 14 de março, a audiência com Hartung no processo em que acusado de dívida trabalhista pela marqueteira Bete Rodrigues. O processo corre desde 2014, depois de o governador contratá-la para a campanha e dispensá-la nas vésperas do início da propaganda eleitoral, colocando no lugar o consultor político Jorge Oliveira. 
Cara a cara II
Em entrevista à Folha de S.Paulo na época, Bete garantiu que não recebeu um centavo pelo período em que trabalhou, de junho a agosto. Outros 11 prestadores de serviços também entraram com ações. A dívida acumulada naquele ano era de R$ 1,3 milhão.
Contratos
A empresa Ruralter Planejamento e Consultoria, que tem como sócio-proprietário o ex-presidente do Conselho Estadual de Engenharia e Agronomia (Crea-ES), Helder Carnielli, é a responsável pelos projetos executivos de várias barragens no Estado, inclusive as de São Roque do Canaã, que já apresentaram problemas, como divulgado na imprensa. As estruturas, construídas pelo governo, custaram juntas mais de R$ 2 milhões, e já estão secas por causa de vazamentos. 
Cadeira
O deputado federal Evair de Melo (PV) conseguiu um assento na comissão externa da Câmara que se propõe a buscar soluções para o endividamento do setor agrícola. Ato de criação do colegiado foi assinado nesta segunda-feira (29), pelo presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ).
PENSAMENTO:
“Quando os médicos diferem, o paciente morre”. Confúcio

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