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Esperando a TV

Definida a ordem da aparição no horário eleitoral gratuito em Vitória, os candidatos e os comitês se concentram agora na preparação para a grande estreia do próximo dia 21. Nos bastidores, o comentário é que a campanha morna até aqui só começará a esquentar mesmo depois do início do horário eleitoral no rádio e na TV.

Sem conseguir arrecadar recursos para suas campanhas, já que as velhas patrocinadoras, as poluidoras, não estão nem aí para os candidatos capixabas, a campanha tem se resumido a muita caminhada e contato com o eleitor, além das reuniões internas.

Uma campanha mais curta pressupõe gastar menos dinheiro, apesar de os candidatos apresentarem uma previsão de gastos milionária. Só Luiz Paulo Vellozo Lucas (PSDB), que abrirá a propaganda eleitoral no próximo dia 21, previu um gasto de R$ 8,5 milhões. Mas pela primeira parcial da prestação de contas, o tucano está encontrando dificuldades em conseguir tornar essa previsão em realidade.

Em uma campanha prevista para dois turnos e um cenário completamente indefinido, a tendência é de que o dinheiro fale mais alto. Mas se o dinheiro não pingar, a disputa tende a ficar ainda mais acirrada e vai exigir dos candidatos muito jogo de cintura.

Isso vale também para os candidatos a vereador. Há quem fale em campanhas orçadas em R$ 45 mil para uma eleição proporcional. Depois de uma complicada articulação para a composição das chapas proporcionais, o peso de algumas pernas pode deixar puxadores de votos fora da Câmara Municipal e, por isso, a necessidade de se captar recursos financeiros.

A qualidade dos programas na televisão vai mostrar quem tem dificuldades em conseguir os recursos e quem está com dinheiro, mas preferiu esconder o jogo nessa primeira fase. Vamos aguardar.

Fragmentos:

1 – Para os candidatos a vereador, a grande dificuldade está na chapa PSDB-PMDB-PDT, com seis vereadores e tendo que lidar com as novidades. Alguns legisladores não voltarão à Casa.

2 – Nessa complicada matemática das coligações, se sairá bem quem tem seus redutos e tenta ampliar as bases. Ganha destaque também quem tem espólio político para receber.

3 – Nesse sentido, quem se destaca é o vereador Sérgio Sá (PSB), filho do deputado José Esmeraldo, e o candidato Davi Esmael (PSB), filho do deputado Esmael Almeida (PMDB).

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