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Microempreendedor Individual – MEI

No dia que foi demitido o chão faltou, o medo do futuro chegou, a vergonha da família veio junto, assim como a dúvida: – como falar para eles?
 
Essa é uma realidade crescente; logo, não é só sua.
 
No caminho de volta pra casa, os fantasmas rondam, mas é preciso espantá-los.
 
Diante de situações como esta lembrar-se de quem é você, de suas habilidades e competências, de sua história e da sua capacidade criativa é importante para vencer a natural queda abrupta na autoestima e o medo, pois deles virão às armas para o combate e também para a superação.
 
Empreender tem sido visto como a “salvação” de muitos e com o tempo, tem provado ser uma oportunidade para o crescimento profissional, financeiro e pessoal.
 
Passar da condição de empregado para a de desempregado e desta para a de empreendedor, não é fácil, mas tem sido a oportunidade para sobreviver e uma chance para virar do jogo. Isso requer um passo de cada vez.
 
Falamos sobre o passo a passo do empreendedor no artigo Empreender, hoje vamos avançar.
 
Identificado o que você gosta de fazer, no que você é bom ou no que “se vira bem”, é hora de montar um plano de negócios para analisar a viabilidade dele. Dado esse passo é pensar na sua nova situação e se adequar a ela.
 
Caso seja um trabalhador informal, cujo faturamento anual seja de no máximo R$60 mil reais, pode se cadastrar como MEI – Microempreendedor Individual, que é regulamentado pela Lei Complementar nº 128/08, pensada para legalizar o trabalhador informal.
 
O custo mensal do MEI é acessível, atualmente está entre R$ 45,00 e R$ 50,00. Sendo cadastrado como um MEI pode ser também registrado no CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas), e assim pode emitir nota fiscal, abrir conta bancária e contratar financiamentos para investimento.
 
As contribuições mensais ao INSS garantem benefícios previdenciários para si e para sua família, tais como: aposentadorias por idade ou invalidez, salário maternidade, auxílio doença, pensão por morte e auxílio reclusão.
 
Para se tornar um MEI o acesso é facilitado, podendo se inscrever através da internet.
 
É preciso apontar uma dificuldade, um erro comum encontrado tanto com o MEI como com empresários, quanto a não separação das contas de Pessoa Física e de Pessoa Jurídica.
 
Reforçamos aqui a necessidade de, desde o início, elaborar e manter tanto um orçamento familiar (receitas e despesas da família) como uma planilha de fluxo de caixa e outros controles, para a pessoa jurídica, relacionando as receitas e despesas detalhadas entre previstas e realizadas, evitando com isso o descontrole financeiro.
 
É importante conhecermos alternativas e meios para assegurar a sustentabilidade e a segurança das famílias em tempos de crise.
 
Vamos em frente!

 

 

 

Ivana Medeiros Zon, Assistente Social, especialista em Saúde da Família e em Saúde Pública,Educadora Financeira, membro da ABEF – Associação Brasileira de Educação Financeira, palestrante, consultora, colunista do Portal EduFin www.edufin.com.br

https://sites.google.com/site/saudefinanceiraivanamzon/

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