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Mudança de rumo

O mercado político sinaliza para uma reviravolta na direção do destino partidário do secretário de Estado de Agricultura, Octaciano Neto. Anunciado há meses como um futuro quadro do PDT e incluído no bolo das novas apostas para a disputa de 2018, a notícia que corre nos bastidores agora é que Octaciano estaria a um pé do Podemos (ex-PTN), resultado de uma articulação entre o “cabeça” da sigla no Estado, prefeito de Viana Gilson Daniel, e o provável candidato a presidente pelo Podemos, senador Álvaro Dias (Paraná). Dentro da estratégia e necessidade de apresentar um candidato a deputado federal na eleição do próximo ano. O secretário já vinha sendo anunciado como postulante a uma cadeira na Câmara dos Deputados, porém pelo PDT, atendendo a desejo do presidente estadual do partido, Sérgio Vidigal. Mas, para isso, seria necessário aparar arestas, principalmente com o deputado estadual Euclério Sampaio, que elegeu o secretário seu inimigo número um. A situação, no entanto, ao invés de esfriar, só piora. Os discursos são cada vez mais inflamados na direção de Octaciano e aquela expectativa de que Euclério pudesse deixar a sigla por divergências internas parece ter ruído, emperrando a porta para a entrada do secretário. Com uma pasta de visibilidade na mão e companhia recorrente da agenda oficial do governador Paulo Hartung, a mudança de rumo é significativa. “Bailou”, PDT?
De saída
Outro problema para entrada de Octaciano no PDT seria o também deputado estadual Da Vitória, outro interessado na disputa à Câmara dos Deputados, que disputaria com o secretário o mesmo eleitorado. Mas Da Vitória, ao contrário de Euclério, já deixou claro que não fica no partido.
Apareceu
Em meio às movimentações que o colocam como candidato ao Senado em 2018, o deputado estadual Amaro Neto (SD), que estava sumido do plenário, resolveu voltar à cena. Nessa quarta-feira (9), subiu à tribuna para falar do arrastão no ônibus do Transcol na Serra. Assunto que “casa” com seu perfil político e do programa popular que apresenta na TV.
Jogada
Aliás, em A Tribuna nesta quinta-feira (19), Amaro foi além das cotações eleitorais que envolvem seu nome. Ele tem sido colocado como o candidato ao Senado da maioria dos deputados estaduais e cobiçado pelo governador para compor chapa, caso concorra mesmo à reeleição. Mas soltou a possibilidade de também se candidatar ao Palácio Anchieta. Sei, sei…
Festa típica
O grupo do WhatsApp que reúne políticos do Estado não para. Nesta quinta-feira (10), entrou no debate o convite dos dirigentes nacionais do PSDB a Hartung para que se filie à sigla. Rolou provocação básica ao deputado estadual Sérgio Majeski, que é do partido e de oposição ao governador, com resposta: “Será recebido com acarajé e vatapá, ao som do berimbau”. Quem fala o que quer…
Menos um
As movimentações em Fundão para eleição extemporânea mal começaram e já tem “baixa” na lista de candidatos a prefeito. O empresário Adriano Grazziotti (Pros), como dizem por lá, teria desistido da disputa.
Apagados
Os vereadores de Vila Velha reivindicam a paternidade da cobrança pela instalação de barreiras na Terceira Ponte para evitar suicídios. Nessa quarta, Osvaldo Maturano (PRB) fez discurso avisando que a Câmara saiu na frente, quando fez denúncia ao Ministério Público na legislatura passada. Antes, segundo ele, do projeto do deputado estadual Euclério Sampaio e do recente anúncio de Hartung de que a Rodosol irá elaborar estudos nesse sentido. Filho bonito, todo mundo quer.
Ninguém tasca
Com a entrada de Hartung no circuito, a verdade é que ninguém mais tira dele o bônus. O governador jogou de escanteio Euclério, com mandato relacionado à bandeira, e já posa como o único responsável por ouvir a demanda da população. Quem não conhece, que compre!
Feriadão
O Judiciário aproveitou o Dia dos Advogados, nesta sexta-feira (11), e suspendeu o expediente e prazos em todos os órgãos da área. Que ‘beleza’, hein? 
Nas redes
“Deixo aqui o meu protesto contra as decisões recentes da Câmara dos Deputados. A Comissão da Reforma Política aprovou um fundo eleitoral de mais de R$ 3 bilhões para a campanha de 2018. A tristeza é que esses mesmos deputados aprovaram a PEC 241 que congelava os gastos públicos na saúde e educação por 20 anos. É um absurdo que tanto dinheiro seja gasto com financiamento de campanha”. (Deputado federal Sérgio Vidigal – PDT – no Facebook).
PENSAMENTO:
“Quem é temido, teme: não pode ficar tranquilo quem é objecto do medo alheio”. Sêneca

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