terça-feira, março 3, 2026
24.9 C
Vitória
terça-feira, março 3, 2026
terça-feira, março 3, 2026

Leia Também:

Nem ensaio

Apoio do deputado federal Lelo Coimbra (PMDB); declarações do tucano Luiz Paulo Vellozo Lucas; e articulação do próprio PSDB. As movimentações no segundo turno na direção da candidatura à reeleição do prefeito de Vitória, Luciano Rezende (PPS), indicam que aquela história de consolidar um grupo político de oposição ao governador Paulo Hartung (PMDB) e com alcance para além da disputa deste ano não saiu do rascunho. No caso de Lelo, aliado desde sempre do governador, não dá para imaginar que ele tenha anunciado apoio ao prefeito, rompido com Hartung, sem ter sinal verde para tal. Já Luiz Paulo, apontado como um integrante desse grupo, em entrevista ao jornal A Tribuna nesse domingo (9) passa longe de um discurso de oposição, pelo contrário, o tom é de composição e diálogo entre a gestão de Luciano Rezende e o governo do Estado. Enquanto o PSDB, além de conhecido por atuar de acordo com os interesses de Hartung, tem no comando o vice-governador César Colnago, o dono – até segunda ordem – da senha número um da fila de sucessão palaciana e, do mesmo jeito que Lelo, não decide nada contra a vontade de Hartung. O próprio Luciano, é bom lembrar, também nunca assumiu esse embate com o governador. Quer dizer, se existiu esse grupo, foi só na cabeça do ex-governador Renato Casagrande (PSB)? Ou acabou sem nem começar?
‘Baixas’
Fora Luciano, Luiz Paulo e Casagrande, esse grupo contaria ainda com o deputado estadual Sérgio Majeski (PSDB). Pelo visto, já são duas “baixas”. 
Futuro
Trecho da entrevista de Luiz Paulo em A Tribuna: “Lelo é do partido do governador, com quem tem boa relação, e isso pode ajudar muito a tornar o novo governo de Luciano mais forte e consolidado”.  
Distância
Enquanto todo mundo se movimenta, Casagrande fala nas redes sociais de baleia Jubarte, Festa da Polenta, lembranças do Facebook. Nada contra nenhum desses temas, mas…
Teste
O candidato a prefeito em Vila Velha, Max Filho (PSDB), divulga que recebeu apoio do presidente Michel Temer à sua campanha após participação nesse domingo (9), em Brasília, no jantar para pedir apoio à PEC 241, que limita o aumento dos gastos públicos em saúde e educação. Criticado (Temer) e criticada (PEC) por diversos setores da sociedade, a pergunta que não quer calar: isso ganha ou tira votos?
Mesma língua
A propósito, Max e Hartung falam mais uma vez a mesma língua. O governador se posicionou nesta segunda-feira (10) sobre a proposta. Favorável, com certeza – direitos sociais não são o forte das gestões de Hartung
Lado oposto
Na Assembleia, os tucanos não compactuam da posição do correligionário Max. Tanto Sérgio Majeski quanto Marcos Mansur criticaram a PEC em plenário.
Outro
Ainda sobre Max, ele recebe nesta segunda apoio de outra liderança com reduto em Vila Velha. Depois de Rafael Favato (PEN), Gilsinho Lopes (PR), Vasco Alves (PPL) e do senador Magno Malta (PR), será a vez do deputado estadual Hudson Leal (PRP) fechar com o palanque dele no segundo turno.
Cara, crachá
O deputado estadual Euclério Sampaio (PDT) espalha nas redes sociais os nomes dos parlamentares que votaram nesta segunda pela rejeição da urgência ao projeto que pede suspensão ou cancelamento do contrato da Terceira Ponte e Rodovia do Sol. Atenderam, segundo ele, ao comando do governo do Estado.
Nas redes
“A PEC da Maldade [241] enviada ao Congresso pelo golpista Temer, congela por 20 anos os investimentos do governo em programas sociais e no custeio do Estado. Ou seja, o governo ilegítimo quer cortar políticas públicas e limitar despesas com postos de saúde, hospitais, escolas, estradas, saneamento para a população. Portanto, quem vai pagar o pato?”. (Deputado federal Givaldo Vieira – PT – no Facebook).
PENSAMENTO:
“Política é como nuvem. Você olha e ela está de um jeito. Olha de novo e ela já mudou. Magalhães Pinto

Mais Lidas