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Para onde vai?

O deputado estadual Theodorico Ferraço (DEM) é favorito para a disputa em Cachoeiro de Itapemirim, no sul do Estado. Também quer influir na disputa em Itapemirim, onde está mesmo o interesse do demista, com a candidatura de sua mulher, Norma Auyb (DEM). Não é para menos, 10º melhor PIB do País, royalties, etc. Mas essas possibilidades não parecem suficientes para o deputado. 
 
Circula nos bastidores que ele não está nada feliz com a possibilidade de o governador tentar fazer Rodrigo Coelho (PT) presidente da Assembleia em sua sucessão. O deputado, que para seus aliados no sul, dizia que se “Rodriguinho” deixasse o PT seria ótimo para ele, agora não quer ver o ex-petista nem pintado de ouro. 
 
Mas também pudera, imaginemos um cenário em que Theodorico Ferraço não dispute em Cachoeiro – até porque estamos falando de uma cidade polo com um endividamento monstruoso – e continue na Assembleia, sem a presidência da Casa. Dá para imaginar Ferraço entre os reles mortais do plenário? 
 
Jogar é com ele. Recentemente, conseguiu colocar na mesa uma carta importante, a PEC que permitia a licença do presidente para que pudesse usar a tribuna. Foi um recado para o governador Paulo Hartung (PMDB), porque Ferraço não estaria nada feliz com as movimentações envolvendo os recursos do Judiciário, enquanto ele era cobrado diuturnamente pelos servidores do legislativo sobre o pagamento do retroativo dos 11.98%. 
 
Por isso, por mais difícil que possa parecer, quando essa história de PEC para nova reeleição de Ferraço caiu nos meus ouvidos, e isso já faz um tempinho, não duvidei. Se fosse outra liderança política, duvidaria, mas como estamos falando de Ferraço, tudo é possível. 
 
Fragmentos:
 
1 – O prefeito de Vitória Luciano Rezende (PPS), criou um gabinete de gestão integrada, parecido com o que fez seu vizinho Rodney Miranda (DEM) em Vila Velha. Bom, por lá a coisa não deu muito certo, será que em Vitória, vai?
 
2 – Está ficando com cara de briga judicial essa história da eleição na Associação Comunitária de Jardim Camburi (ACJC). Com o presidente se recusando a fazer a assembleia, o jeito vai ser a interferência do Judiciário para garantir que haja eleição.
 
3 – A situação do deputado estadual Almir Vieira (PRP) não está ficando nada fácil com a Justiça Eleitoral. Melhor para a suplente dele, Cláudia Bastos (PRP).  

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