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Pra frente, CUT!

A Central Única dos Trabalhadores (CUT) fez seu 14º encontro na última semana e centrou o debate em torno do plebiscito para a constituinte exclusiva para a Reforma Política. Isso é muito importante, uma vez que a falta da reforma é o que não deixa as mudanças acontecerem. A classe política atual, que não desenvolve as outras reformas, também não tem interesse nesta mudança
 
Talvez o ponto mais importante do encontro, encerrado na última sexta-feira (1), tenha sido a homenagem feita aos desaparecidos do golpe de 1964, já que mais de 70% destes desaparecidos foram trabalhadores e deram suas vidas para garantir minimamente a democracia que vivemos hoje.  
 
Os trabalhadores que morreram durante o período da ditadura militar (1964-1985) fora a raiz para este projeto que hoje é administrado pela presidente Dilma Rousseff, que reafirmou que não está disposta a fazer reformas que mexam nos direitos conquistados pelos trabalhadores – se não for possível ampliar, que se mantenham os direitos adquiridos. 
 
A juventude tem um importante papel de assumir o projeto e dar continuidade, já que o projeto democrático que envolve saúde, educação e transporte é de melhoria constante. 
    
Finalmente a CUT-ES acordou e convocou os sindicatos para uma plenária nesta quarta-feira (6) para debater a Reforma Política com constituinte exclusiva. 
 
Um ponto importante a ser debatido é a fala do presidente nacional da CUT, Vagner Freitas, no encerramento do encontro. Ele disse que em cada esquina que houver um direitista difamando o projeto social em andamento, deve haver um militante da CUT para debater e esclarecer à sociedade qual é o verdadeiro interesse dos capitalistas. 
 
É bom que a CUT acelere este processo, já que o plebiscito vai ser realizado de 1 a 7 de setembro e é importante que haja apoio popular à consulta, que vai mostrar o interesse da população na mudança, o que, com certeza, vai preocupar os políticos tradicionais.   

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