Com novo comando na Central Única dos Trabalhadores no Estado (CUT-ES), escolha inclusive de um trabalhador da área rural, o desfio é de buscar o trabalho em outras áreas para além da Reforma Trabalhista, tão necessária. O novo comando chega junto com um tema controverso: o aumento de impostos, promovido pelo governo federal.
O assunto é indigesto, afinal, já se paga muito imposto no País e a classe trabalhadora também sangra com isso. Mas imposto tem de ser pago, o que o movimento sindical tem de buscar é a cobrança para a democratização na utilização desses recursos e também aliviar a carga sobre os mais pobres e investir na taxação das grandes fortunas.
O imposto garante os serviços à população, mas é preciso que se conheça como isso é gasto e aumentar a fiscalização da aplicação desse recurso. A transparência no uso do imposto é uma ferramenta que a central deve cobrar para que a resistência a isso seja dirimida.
Além disso, é preciso que o governo crie mecanismos mais eficientes de evitar a sonegação. Porque não adianta arrochar o trabalhador e não sanar o ralo que escoa os recursos continuar aberto. Aliás, se esse ralo já tivesse sido fechado esse reajuste na carga de impostos não fosse necessário agora.
As escolas sindicais têm ferramentas para auxiliar nesse trabalho de esclarecimento. Com mais gente na rua fiscalizando e cobrando fica mais difícil sonegar e a carga aliviaria para todos.
Trabalhadores, se unam para não serem vencidos!

