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Termômetro

A estratégia armada pelo governador Paulo Hartung (PMDB) e sua equipe de propagar o discurso do caos, insistentemente, não tem sido suficiente para blindar a atual gestão. Antes mesmo de completar 100 dias de governo, Hartung sofre desgastes de diversas áreas, inclusive categorias que o apoiaram nas eleições passadas. Do corte de gastos em áreas prioritárias à insatisfação de servidores públicos, professores e inspetores penitenciários – só para citar os principais -, o governo virou alvo de enxurrada de críticas e, desde a polêmica da Escola Viva, também de sucessivos protestos. O mesmo cenário se repete na Assembleia Legislativa, onde tem sido difícil manter Hartung como o político inatingível. Nas redes sociais, o cenário não é diferente. Antes espaço somente de elogios rasgados ao governador, recentemente passou a registrar cobranças diárias. E não há, até agora, qualquer expectativa de que o clima se reverta em benefício de Hartung. Pior do que está, fica?

Tem peso

No caso da Escola Viva, a reação é emblemática porque se trata do principal projeto de marketing de Hartung e da bandeira que ele vendeu como prioritária durante a campanha eleitoral. Já em relação aos inspetores, ressuscita um tema que o governador insiste em esquecer: as “masmorras de Hartung”.

Unanimidade?

No meio disso tudo, vem o deputado estadual Amaro Neto (PPS) falar que o Escola Viva foi uma invenção publicitária e nem o governo sabia do que se tratava. E, na sequência, o deputado Gilsinho Lopes (PR) cobrar que Hartung cumpra sua promessa e pague o auxílio-alimentação a todos os servidores do executivo. Isso só nesta quarta-feira (25). Fora os tiroteios anteriores.

Toma lá, da cá

A equipe do governo anterior, comandado por Renato Casagrande, segue na missão de responder à estratégia de Hartung. Em artigo publicado no jornal A Gazeta nesta quarta, os ex-secretários Tyago Hoffmann (Casa Civil) e Maurício Duque (Fazenda) rebateram artigos publicados no mesmo espaço questionando as contas da gestão Casagrande. Título: Uma visão elitista.

Toma lá, da cá II

Não economizaram nas críticas. Sobre o artigo do economista Rodrigo Medeiros, “não justifica comentários mais aprofundados, pois carece de embasamento, mantém-se na superficialidade e exala uma visão míope e elitista do papel que o Estado deve desempenhar numa sociedade como a nossa”. Já em relação ao do jornalista José Carlos Corrêa, “faz ilações sobre a situação fiscal do Estado sem nenhum número capaz de comprovar a tese que tenta defender”.

Detalhe ‘bobo’

Primeiros os secretários-promotores Marcelo Zenkner (Transparência) e Evaldo Martinelli (Ações Estratégicas), agora o prefeito de Vila Velha, Rodney Miranda (DEM). Nenhum dos três percebeu que estava recebendo acima do teto do funcionalismo público?

Vai encarar?

Por falar em Rodney, a foto dele do perfil do Facebook faz bem a linha que ele gosta de manter, de superdelegado, combatente e Rambo Capixaba. Expressão de mal. Que medo!

'Crise'

Depois dos questionamentos que fez em relação ao sistema de estacionamento rotativo em Vitória, o vereador Reinaldo Bolão (PT) agora critica os gastos do prefeito Luciano Rezende (PPS) com publicidade. Pelo Facebook, o petista informa assinatura de dois contratos, que somam R$ 17 milhões. Olha a reeleição aí…

Interesse súbito

De uma hora para outra, os vereadores passaram a se preocupar com a poluição do ar. Primeiro, a CPI do Pó Preto da Câmara de Vitória, agora da Câmara da Serra. Todo mundo atrás de uma moeda para negociar na campanha de 2016.

Nas redes

“Apresentei projeto de lei reduzindo o gasto do Congresso Nacional; hoje o limite é de 2,5% da receita corrente. Meu projeto reduz pra 1,5%”. (Deputado federal Max Filho – PSDB – no Facebook).

PENSAMENTO:

“O povo é um tigre, quando escapa de sua corrente”. Napoleão Bonaparte

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