Sexta, 19 Agosto 2022

Pais de alunos da rede estadual questionam critérios para pré-matrícula

Pais de alunos da rede estadual que tentaram efetuar a pré-matricula dos filhos estão enfrentando problemas. Em diversos casos, mesmo seguindo todos os trâmites pelo sistema da Secretaria de Estado de Educação (Sedu), os filhos não foram para escolas preferenciais ou mais próximas às residências – mesmo havendo vagas disponíveis nas unidades. Pais e alunos se queixam que não receberam explicações da Sedu.



O período de pré-matrícula foi iniciado em 26 de dezembro de 2016 e encerrou na segunda-feira (30). Os pais tinham de selecionar pelo sistema da Sedu – a reserva de vagas foi feita inteiramente pela internet – até cinco opções de escolas para os filhos.



A surpresa aconteceu quando, nesta quarta-feira (1), os pais viram que os filhos não estavam pré-matriculados em nenhuma das opções selecionadas ou, ainda, em escola alguma.



Um grande número de responsáveis foi à Sedu nesta quinta-feira (2) para tentar resolver a situação, como é o caso de Érica Ronconi. Ela é mãe de aluna da rede estadual, residente em Coqueiral de Itaparica, Vila Velha.



Érica conta que marcou três opções de escola, sendo a primeira a Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio (EEEFM) Agenor Roris, no mesmo bairro em que mora, e a última a Escola Viva de Cobilândia, bairro distante de Coqueiral de Itaparica.



A alocação dos alunos seguiu três critérios, sendo eles aluno de portador de necessidades especiais, ter irmão na mesma escola e morar perto da escola. Érica se surpreendeu pelo fato de a filha ter sido matriculada em uma escola tão longe da casa, sendo que alunos que moram mais longe da Agenor Roris conseguiram a pré-matricula na escola.



Ela conta que foi à Sedu nesta quinta-feira tentar resolver a situação e ouviu do atendente que o mais indicado seria matricular a filha na Escola Viva nesta sexta-feira (3) e depois tentar uma transferência interna. Érica, no entanto, receia que não consiga fazer essa transferência, já que o mesmo aconteceu com outro filho e a transferência não foi feita. “Se eu tenho o direito de escolher, ele não foi atendido”, disse ela, que disse haver casos de alunos que foram transferidos para escolas tão longe da casa que não teriam condições de fazer o deslocamento.
 
 
 
  

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