O candidato apoiado pelo prefeito Jorge Donati, o ex-secretario de Agricultura, Chicão (PSDB), tem o maior número de partidos em sua coligação. Ele vai para o palanque ao lado de lideranças do Pros, PV, SD, PRP, PR, PSD e PP. Durante todo o processo pré-eleitoral o prefeito passou a ideia de que seu candidato seria o secretário de Planejamento Alex Moura, mas às vésperas da convenção, trocou de candidato, confirmando o aliado com perfil mais político do que técnico.
No palanque do ex-prefeito Manoel Pé de Boi há muito menos partidos, o PMN terá a companhia do PMB e Rede. Um problema que pode ter afastado os prováveis aliados é o fato de o ex-prefeito ter sido incluído na lista de inelegíveis do Tribunal de Contas do Estado (TCES), situação que pode ser revertida no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), mas que acabou assustando os partidos.
Mas o que surpreendeu os meios políticos barrenses foi o fato de a vice-prefeita Adélia Marchiori não ter entrado na disputa. O PMDB preferiu apostar em Thiago Magela, que vai puxar uma coligação com PMDB, PT, PDT, PSDC, PCdoB. Na cidade, se comenta que a movimentação no ano passado, na tentativa de dar posse à vice, diante do afastamento do prefeito para tratamento de saúde, teria pegado mal com o eleitorado, inviabilizando Adélia.
Um nome que é visto com atenção pelo mercado político é o da candidata do PSOL, Professora Geralda. Ela conseguiu um bom desempenho na eleição passada, mesmo com todo o favoritismo do prefeito Jorge Donati na disputa à reeleição. Por isso é uma aposta dos opositores do prefeito.
O presidente do sindicato dos servidores públicos Jovane Clarindo, do PTN, terá a companhia do PSL no palanque e vai tentar mostrar na eleição os problemas da cidade. O apoio dos servidores pode fortalecer o palanque do sindicalista.
Fecha o quadro de candidatos a vereadora Sirlene Olímpio. A candidata do PSC tem também uma coligação forte no palanque, ao lado de PTC, PHS, PSB, PPS e DEM.

