Conhecido por ser um dos personagens da greve da Polícia Militar de 2017, o tenente-coronel Carlos Alberto Foresti é o mais novo candidato ao governo do Estado nas eleições de 2018. Na época, ele foi acusado de estimular a tropa a manter a paralisação, chegando a ser preso.
Sua candidatura foi oficializada nesta terça-feira (29) pelo Diretório Estadual do Partido Social Liberal (PSL) no Espírito Santo, em nota assinada pelo deputado federal Carlos Manato, coordenador da campanha do presidenciável Jair Bolsonaro (RJ) no Espírito Santo.
O tenente-coronel Foresti foi lançado à Câmara Federal, dentro das articulações para erguer um palanque de Jair Bolsonaro no Estado, juntamente com concorrente mais competitivo.
O oficial é suplente de vereador em Ibiraçu, norte do Estado, possui curso superior completo e anteriormente era filiado ao DEM. .
O oficial foi acusado de incitar à greve, levando o Conselho de Justificação da Polícia Militar a decidir por sua demissão. Ele ficou preso, mas obteve liberdade em setembro de 2017, sete meses depois do término da greve, por decisão da Vara de Auditoria Militar.
O tenente-coronel Foresti ficou conhecido durante o movimento grevista pela crise nervosa que o levou a ser hospitalizado. O oficial surtou ao saber que policiais que faziam o policiamento ostensivo a pé haviam sido baleados e, sob forte emoção, fez circular um áudio na internet que chocou quem ouviu.
Através de mídia social, o tenente-coronel Carlos Alberto Foresti se manifestou. “Meus amigos. Acabei de ser informado que fui considerado “culpado” pelo Conselho de Justificação da PMES a que fui submetido após o fevereiro de 2017, onde saí em defesa da tropa ferida após uma crise nervosa”.
“Obrigado de coração a todos vocês que acompanharam, oraram e rezaram por mim para que fosse inocentado. Mas Deus ainda está comigo porque Deus é Deus!! E me mantenho firme e forte, e espero que vocês também meus amigos e a tropa que tanto prezo sejam fortes e mantenham a fé”, afirmou o oficial.

