A crise econômica trouxe com ela o desemprego e muito gente, sem ter como pagar os planos de saúde privados, foram obrigados a migrar para a rede público. O sistema, que sempre funcionou no limite, entrou em colapso.
Quando o governador Paulo Hartung (PMDB) assumiu o Estado afirmou que o problema na saúde não era de recursos, mas de gestão. E tinha um “craque” na equipe, o engenheiro Ricardo de Oliveira, que seria capaz de solucionar o problema.
Após dois anos e meio de governo, o que se vê é um quadro caótico. Os municípios, sem dinheiro, enfrentam dificuldade para manter o atendimento primário. O Estado, por sua vez, não não absorve a demanda por vagas na rede hospitalar. Resultado: pacientes têm padecido nos Pronto Atendimento à espera de vagas que, muitas vezes, chegam tarde demais.

