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Divisões na reta final do prazo de registros acomodam chapas proporcionais

O sábado (5) foi de muita movimentação nos partidos em busca do fechamento das chapas proporcionais que vão disputar as cadeiras na Câmara dos Deputados e na Assembleia Legislativa. A disputa por acomodação em três dos quatro palanques colocados para esta eleição exigiu muito exercício matemático para compor as parcerias mais interessantes.
 
Na disputa federal, o palanque de Paulo Hartung tem a possibilidade de eleger até metade da bancada na Câmara. Para isso, os partidos aliados vão se dividir em duas pernas. Na primeira, ficarão PMDB, PSDB, DEM, Solidariedade e Pros, que juntos podem eleger de três a quatro deputados. PRP e PEN formam a segunda perna e podem conseguir a quinta vaga.
 
No palanque de Roberto Carlos, o PT e PDT estarão juntos na eleição proporcional e na disputa de federal podem fazer um deputado, com chances de puxar a segunda vaga. 
 
A acomodação mais complicada fica para a distribuição dos 18 partidos do palanque de Renato Casagrande. O partido do governador, o PSB se une ao PSL e ao PRTB, juntos podem eleger de um a dois deputados federais. 
 
A outra perna é formada por PV, PP, PTB, PRB, PPS, PSD e PHS. O grupo busca eleger de dois a três deputados federais. A última perna ficaria com PR, PSC, PPL, PTdoB, PTC, PMN, PSDC e PCdoB. O grupo pode eleger um deputado. 
 
Estadual 
 
Na disputa estadual as movimentações também ficaram para a última hora, mas e a divisão de pernas foi ainda maior. No palanque de Paulo Hartung, houve três subdivisões, um arranjo necessário para acomodar a enorme bancada do PMDB, que tem sete deputados. O arranjo deixa o grupo competitivo e pode levar o palanque a eleger mais de um terço do plenário.
 
O PMDB se unirá ao DEM e ao PEN e juntos podem eleger de oito a 10 deputados estaduais. PSDB e Solidariedade formam outra perna e podem garantir duas cadeiras. Pros e PRP disputariam outras duas vagas. 
 
O PT e o PDT formam uma perna competitiva que pode eleger de seis a sete deputados estaduais. Contando com peso das candidaturas do PDT e o alívio na chapa do PT. 
 
No palanque de Casagrande, quatro pernas podem ficar com uma bancada que também ultrapassaria um terço do plenário. Muita conta foi feita para acomodar os blocos que se uniram ao palanque. A primeira perna foi formada por PPS, PSD, PSB e PMN e pode eleger de seis a oito deputados. 
 
O grupo formado por PV, PSC, PR, PPL pode eleger três deputados. A terceira perna formada por PTdoB, PP, PTN, PTB e PSL elege de dois a três parlamentares e a última subdivisão, com PRB, PTC, PSDC, PRTB, PCdoB e PHS tem chances de de eleger dois deputados. 

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