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Enivaldo diverge de Neucimar e expõe risco de racha na base governista

Veio à tona neste domingo (15) o primeiro sinal de racha na base governista em torno das discussões interpartidárias para decidir sobre quem recairá a escolha do nome para entrar na disputa ao governo nas eleições de outubro deste ano.

O bloco está dividido entre os tucanos Ricardo Ferraço e César Colnago, para cobrir a brecha provocada pela desistência à reeleição do governador Paulo Hartung (MDB). 

O deputado estadual Enivaldo dos Anjos, secretário geral do PSD, não aceita que o presidente da legenda, Neucimar Fraga, que é candidato a deputado federal e ex-secretário do governo Hartung, conduza isoladamente as articulações.

Ele defende que as conversas sobre alianças para as eleições majoritárias sejam feias por toda a Executiva do partido e se queixa que Neucimar Fraga quer articular sozinho para colocar o PSD apoiando a candidatura do vice-governador César Colnago, pelo PSDB.

Neucimar participa sozinho das articulações e mantém contato com lideranças políticas desde que o governador anunciou que não concorrerá à  reeleição, sendo inclusive o porta-voz do grupo de partidos apoiadores do governo.

Enivaldo dos Anjos já deu demonstração de que prefere o nome de Ricardo Ferraço e, há uma semana, durante pronunciamento do senador na Assembleia Legislativa, afirmou no microfone do plenário que ele (Ferraço) seria o governador ideal para o Estado.

“A escolha deve ser apreciada  pela Executiva toda e acho que o partido tem que primeiro fazer a coligação na proporcional e não ficar sendo engolido pelo PSDB, que nada tem a acrescentar na coligação proporcional”, afirmou Enivaldo.

Para ele, o “certo seria manter a coligação proporcional com os partidos PRB, Pros e PSD em torno do Amaro Neto para o Senado”, completou. 

No entendimento do deputado, outra opção seria esses partidos saírem independente para a eleição, sem apoio oficial a governador.  “O PSD deve cuidar das proporcionais e não ficar se metendo na majoritária“, disse Enivaldo.

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