Sexta, 24 Junho 2022

Ex-deputado aponta aumento do uso de drogas e defende trabalho nas fronteiras

delegado_gilsinholopes_tatibeling_ales Tati Beling/Ales

Um dos mais graves problemas atuais, não só no Espírito Santo, mas em todo o Brasil, o uso de drogas, em especial o crack, passou a ser uma das bandeiras de trabalho do delegado da Polícia Civil Gilsinho Lopes, ex-deputado estadual e pré-candidato a uma cadeira na Assembleia Legislativa pelo partido Solidariedade. Ele entende que a questão afeta as famílias e a sociedade de forma geral, envolvendo as áreas de saúde e de segurança pública.

"Enquanto não for feito um trabalho efetivo nas fronteiras, o problema só tende a se agravar", aponta Gilsinho, enfatizando que a questão necessita de um trabalho social, com médicos e psicólogos, a fim de amenizar a dor das famílias.

Esse discurso está sendo levado a vários municípios, onde ele se prepara para lançar sua campanha a deputado estadual, marcada para o dia 14 de junho, em Marataízes, sul do Estado, onde nessa quinta-feira (19) participou de um encontro, com cerca de 290 pessoas, incluindo lideranças políticas da região. 

Divulgação

O ex-parlamentar acredita que a questão da droga deve ser vista como um problema social que impacta diretamente o dia a dia da população e deixa sequelas na sociedade. Além disso, sobrecarrega o efetivo da polícia, que, para agravar a situação, não dispõe de um sistema de saúde adequado. "Por isso, o governo deveria priorizar um hospital da segurança pública", defende, entre as necessidades do setor, onde destaca, também, a valorização profissional.

Gilsinho Lopes foi deputado estadual por três mandatos, o primeiro de 1999 a 2003, e os outros de 2010 a 2018, sendo o autor da lei de criação do Disque Denúncia. Em 2018, candidatou-se a deputado federal, obtendo 42,6 mil votos, perdendo a vaga por apenas 200 votos. Já ocupou a Subsecretaria de Controle e Suporte na Secretária de Estado da Justiça e também atuou na Superintendência de Polícia Prisional e na Coordenação das Regiões Integradas Norte e Sul da polícia Civil.

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Comentários: 1

Zé Carlos em Domingo, 22 Mai 2022 22:59

Baboseira e bla bla bla... Não resolve nada. O que precisa acontecer é o JUDICIÁRIO parar de passar as mãos na cabeça de bandido. A BANDIDOLATRIA está acabando com o Brasil

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