Neste sábado (30) de 9h às 13h, o PSDB reúne os filiados no cerimonial Oasis, em Vitória para debater as eleições das executivas municipais, que acontecem de 1 a 8 de outubro. Mas a expectativa das lideranças tucanas vai bem além das municipais. A discussão funciona como pano de fundo para a convenção estadual, que acontece em novembro.
Para nortear o debate deste sábado, o presidente da sigla, Jarbas de Assis, divulgou nessa quinta-feira (28) um manifesto dirigido às lideranças tucanas. Em nível nacional, o manifesto chama atenção para necessidade de o PSDB se posicionar diante da população. “É necessário, antes de tudo, estarmos atentos, desde já, para a construção de caminhos que permitam recuperar a confiança da população nas instituições democráticas e que possibilitem constituir, em 2018, um governo que tenha condições de liderar, uma mudança de rumos que vá além da moralização dos costumes políticos”, disse.
O manifesto fala também da responsabilidade do partido na articulação do processo eleitoral do próximo ano no Estado. “Cabe ressaltar que a formação de chapas proporcionais para a Câmara de Deputados e Assembleia Legislativa deverá merecer atenção especial da Executiva Regional do PSDB do Espírito Santo, buscando ampliar e qualificar nossa representação nos parlamentos federal e estadual, respectivamente”, destacou Assis.
A direção estadual entende que a movimentação nacional deve orientar as articulações locais, buscando sempre o alinhamento e a unidade do partido. “Tratando o lançamento de candidaturas e a celebração de eventuais acordos políticos e alianças suprapartidárias para as eleições majoritárias e proporcionais, com transparência assegurando os princípios de absoluta independência partidária, em respeito às lideranças e ao conjunto dos filiados”, disse o tucano.
Quanto ao processo sucessório em curso na executiva estadual, especificamente, a orientação da direção, expressa no manifesto, é a busca pelo consenso, “com amplo entendimento, para escolha de uma chapa representativa, de inquestionável perfil ético, sem condenações judiciais e que se proponha a desenvolver uma gestão coletiva, democrática, com decisões colegiadas e que garanta a autonomia partidária, em consonância com a executiva nacional, sem interferências de forças externas”, afirma o manifesto.

