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Grupo de deputados quer ter protagonismo no processo eleitoral de 2018

De olho no processo eleitoral do próximo ano, um grupo de deputados se une na Assembleia Legislativa para conquistar o protagonismo na disputa. Para isso, os parlamentares contam com um trunfo para as articulações, projetando o nome do deputado Amaro Neto (SD) para o pleito ao Senado, em 2018. 
 
Outro nome na manga seria o de Erick Musso (PMDB). O presidente da Casa pode compor chapa como vice do governador Paulo Hartung, caso ele dispute mesmo a reeleição para o governo do Estado.
 
O grupo reúne mais da metade do plenário, com chances de atrair mais deputados. Além de Erick Musso e Amaro Neto, também fazem parte da composição os deputados Dary Pagung (PRP), Rafael Favatto (PEN), Eliana Dadalto (PTC), Enivaldo Dos Anjos (PSD), Gildevan Fernandes (PMDB), Gilsinho Lopes (PR), Hudson Leal (Podemos), Jamir Malini (PP), Janete de Sá (PMN), José Esmeraldo (PMDB), Marcelo Santos (PMDB), Marcos Mansur (PSDB), Raquel Lessa (SD), Rodrigo Coelho (PDT)  e Sandro Locutor (PROS). 
 
Os deputados entendem que o capital político de Amaro Neto cria condições de fortalecer o grupo no processo do próximo ano, garantindo uma boa ocupação de espaços, mesmo com as incertezas do cenário e das regras eleitorais do próximo ano. 
 
O deputado também parece disposto a entrar na disputa ao Senado. Essa movimentação assusta os ocupantes das vagas atuais, principalmente o senador Magno Malta (PR), que tem um eleitorado com perfil parecido com os dos eleitores de Amaro. Embora não tenha muito traquejo político e um apagado desempenho parlamentar, Amaro Neto tem uma grande popularidade graças ao programa policialesco que apresenta. 
 
A presença dele no palanque puxando uma candidatura ao Senado, levaria o grupo de deputados juntos, fortalecendo suas disputas à reeleição para a Assembleia no ano que vem. O nome ao lado de Amaro deverá ser o do senador Ricardo Ferraço (PSDB), mas o deputado do SD não deve fazer campanha conjunta como geralmente acontece nas disputas ao Senado. O parlamentar tem uma popularidade intransferível e tem se descolado cada vez mais de aliados. 

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