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Guerino Zanon volta para a Assembleia e José Esmeraldo deixa suplência

Termina nesta quinta-feira (2) o prazo para a desincompatibilização dos ordenadores de despesa, que pretendem disputar a eleição municipal de outubro próximo, o que traz alteração no plenário da Assembleia Legislativa. 
 
De certo mesmo, só o retorno do deputado Gueirno Zanon (PMDB), que deixa a secretaria de Esportes do Estado para disputar a eleição em Linhares, no norte do Estado. Zanon assumiu a Secretaria em janeiro deste ano, dando a vaga ao suplente José Esmeraldo (PMDB). 
 
Esmraldo pode voltar em definitivo para a Assembleia em 2017, se Zanon confirmar o favoritismo na disputa eleitoral de Linhares. Zanon precisa antes, porém, conseguir se garantir na disputa, já que está na “lista suja” do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
 
Quem também deixa o governo para disputar a prefeitura é Luiz Paulo Vellozo Lucas (PSDB), que comandava o Banco Estadual de Desenvolvimento (Bandes). Fora das obrigações do cargo, o tucano tem tempo para correr os bairros e aumentar seu capital político para a disputa na Capital. 
 
Mas as expectativas de mudanças no governo do Estado param por aí. Depois de muita movimentação em torno do nome de Rodrigo Coelho (PDT), a tendência hoje é de que ele permaneça na Secretaria de Assistência Social do governo. É que o nome do secretario não estaria mais na lista de prioridades do governo para a disputa em Cachoeiro de Itapemirim, no sul do Estado. 
 
Com a costura entre o governador Paulo Hartung e o presidente da Assembleia Legislativa, Theodorico Ferraço (DEM) sobre a possibilidade de aprovação de uma nova Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que permitirá a quarta recondução do demista para a presidência da Assembleia, o projeto palaciano de eleger Coelho no comando do Legislativo também teria naufragado. Com isso, o suplente Luiz Durão (PDT), que também já teria desistido da disputa em Linhares, continua na Casa.
 
Outro nome político do governo é o do secretário-chefe da Casa Civil, Paulo Roberto (PMDB). Mas o cenário adverso no município de São Mateus, norte do Estado, sua base política, não é atrativo para o peemedebista e ele deve permanecer no Palácio Anchieta.

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