O governador Paulo Hartung anunciou nesta quinta-feira (23) a ida do vereador de Vitória Max da Mata (PDT) para a Secretaria Estadual de Esportes. O pedetista assume no lugar de Edilson Barboza, que ocupava o cargo interinamente. Da Mata seria uma indicação do Amaro Neto (SD) e também faz parte das articulações políticas do governador para 2018.
Max da Mata é oposição ao prefeito Luciano Rezende (PPS), hoje desafeto político do governador. Por isso a indicação seria uma forma de fortalecer a oposição ao gestor municipal. A acomodação de Max teria o mesmo viés da ida de Rodney Miranda (DEM), e provavelmente, Neucimar Fraga (PSD), ambos ex-prefeitos de Vila Velha, opositores ao prefeito Max Filho (PSDB).
A movimentação articulada no Palácio, porém, pode não dar de todo certo. Isso porque a ideia seria a de puxar para o secretariado o primeiro suplente de Max da Mata, Duda Brasil, também para a Secretaria de Esportes, o que levaria o explosivo, Evandro Figueiredo para a Câmara. Mas Duda não teria aberto mão da cadeira de vereador.
Formado em Administração e Direito, Max da Mata é diplomado em Teoria Política e Gestão Pública. Foi subsecretário de Administração da Secretaria de Estado de Gestão e Recursos Humanos (Seger), também foi titular da Secretaria de Transportes, Trânsito e Infraestrutura Urbana de Vitória e atuou como secretário de Meio Ambiente da capital capixaba. É vereador de Vitória desde 2009.
Posse
Tomaram posse, na manhã desta quinta-feira (23), nos cargos de secretário de Desenvolvimento Urbano e de Trabalho, Assistência e Desenvolvimento Social, Rodney Miranda e Carlos Casteglione, respectivamente. Em ato formal e rápido, os dois assinaram o livro de posse. Após o Carnaval, será realizada a cerimônia de posse solene.
Participaram da agenda o secretário-chefe da Casa Civil, José Carlos da Fonseca Júnior, o novo secretário-chefe de gabinete, Paulo Roberto e a subsecretária de Trabalho, Assistência e Desenvolvimento Social, Clarissa Imperial. Também passou a integrar a equipe de governo, nesta semana, o economista Bruno Funchal, que assumiu o cargo de secretário da Fazenda.

