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Majeski volta a criticar Escola Viva e abandono da área no Estado

A situação deplorável de mais de 400 escolas no Espírito Santo voltou a ser denunciada pelo deputado Sergio Majeski (PSDB) na tribuna da Assembleia, nesta terça-feira (19). Ele também reiterou a “farsa do projeto Escola Viva”, que aumenta para tempo integral o período das aulas de alunos da rede pública estadual.
 
“Essas escolas, em grande parte, estão literalmente abandonas pela Secretaria de Educação e pelo governo do Estado, que faz uma propaganda exorbitante do Projeto Escola Viva, mas abandona as escolas regulares”, disse Majeski.
 
Ele citou as escolas TheodomiroRibeiro Coelho, Presidente Médici, Zaira Manhães de Andrade, Joaquim Barbosa Quitiba e Saturnino Rangel Mauro, localizadas em Cariacica; Professor João Antunes das Dores, Sizenando Pechincha e Silvio Egito Sobrinho, localizadas na Serra; Nestor Gomes, em São Mateus; e Baixo Quartel, em Linhares. 
 
“O governo pode instalar quantas Escolas Vivas quiser, mas não pode continuar nessa farsa de usar esse projeto para maquiar a real situação de mais de 400 escolas regulares que existem no Estado. Essas escolas clamam por ajuda”, denunciou o tucano.
 
Para ela, há falta de funcionários e a maioria das escolas não tem, sequer, uma pessoa para ficar na biblioteca. “Onde já se viu uma escola funcionar assim? E olha que não estou falando nem de bibliotecário, mas de um funcionário”.  
 
Majeski vem denunciando a política educacional do governo do Estado desde o início desta legislatura, alertando sobre a maquiagem da Escola Viva, que tenta esconder as deficiências do sistema. O projeto de vitrine da gestão estadual foi criado em 2015. 

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