O deputado federal Max Filho (PSDB) é hoje no cenário eleitoral de Vila Velha um dos nomes mais cobiçados pela população em relação à disputa do próximo ano. Mas seu capital pode ser ainda maior, olhando para o cenário estadual de 2018. O tucano, porém, adota a cautela na discussão dos dois temas.
Em entrevista a Século Diário, que vai ao ar neste sábado (13), o parlamentar fala sobre a possibilidade não descartada de atender ao chamado de seu eleitorado e disputar a eleição do próximo ano, mesmo em um cenário de crise e sem a possibilidade de reeleição ao fim de quatro anos.
Sobre a disputa ao governo, em 2018, o deputado destaca o papel do atual vice-governador Cesar Colnago, seu companheiro de partido que, diante do compromisso do atual governador Paulo Hartung (PMDB) em não disputar a reeleição, seria o primeiro da fila. Se isso se confirmar, o PSDB deve se unir para apoiar a candidatura de Colnago ao governo.
Mas Max Filho destaca que cada eleição tem sua história. Por isso, as articulações daqui até 2018 devem envolver ainda muitos episódios e muitas conversas. O deputado fala também sobre sua experiência na bancada federal e das votações nas propostas da reforma política, em que tem se posicionado, em alguns momentos, contrário à orientação partidária.
Ainda na entrevista, Max Filho conta sua trajetória partidária desde o fim do governo de seu pai, Max Mauro, e sua participação dentro do PSDB, partido ao qual está filiado desde 2012, quando disputou a prefeitura de Vila Velha. Ele também faz uma apreciação do cenário eleitoral do município e dos problemas da cidade a serem explorados na eleição.

