Em 2015, ao anunciar os nomes dos secretários que integrariam seu terceiro governo, Paulo Hartung (PMDB) fez questão de enaltecer o perfil técnico da equipe. Disse que havia escolhido sua equipe por critérios meritocráticos e não políticos.
Entretanto, à medida que o processo eleitoral se aproxima, Hartung contradiz seu conceito inicial. Os secretários passaram a ter um perfil mais político. Mesmo os que foram mantidos no cargo, também se movimentam politicamente de olho na disputa de 2018.
O aumento da concorrência tem gerado muita ciumeira entre os deputados estaduais e federais, que se sentem ameaçados pelos secretários-candidatos.

